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Thalles Roberto, um dos nomes do meio gospel com maior exposição na mídia atualmente, atraiu olhares, elogios e críticas ao lançar o clipe “Filho Meu”.

A música, que faz parte do repertório de seu novo CD, “Sejam Cheios do Espírito Santo”, fala sobre uma pessoa afastada do Evangelho, e traz uma conversação entre este personagem e Deus.

O fato de a letra falar em Deus na primeira pessoa, e supor que o próprio Deus estaria disposto a oferecer de volta promessas que teriam sido suspensas fez muitos internautas protestarem contra o conteúdo.

Alheio às críticas, Thalles escreveu em sua fanpage no Facebook que o clipe era uma ferramenta de evangelismo: “Esse clipe está mergulhado na unção do Espírito Santo. Milhares de vidas serão salvas através do que Deus vai fazer. Deus vai salvar uma multidão. Compartilhem o vídeo e me ajudem a anunciar o Evangelho do Reino”, disse o cantor Thalles Roberto, que também é pastor.

Enquanto o Deus retratado pela música conversa com o filho afastado, este tenta acender um cigarro e tomar um copo de cerveja. Ambos os personagens são interpretados pelo próprio Thalles Roberto.

Antognoni MIsael, blogueiro do Arte de Chocar, criticou a letra da música e o princípio usado na composição, dizendo que a fundamentação teológica era inadequada.

“Volta e meia Thalles Roberto aparece nas minhas postagens. Já tava demorando… Sei que muitos até duvidam, mas, eu o ouço e gosto de algumas de suas canções – ouvi-lo cantar clássicos das músicas cristãs no álbum Raízes (2010) não tem igual – o problema é que por estar onde estar, talvez por ter sido mal discipulado, ele acaba por merecer algumas considerações [...]O que tem me chamado atenção agora é o recente vídeo lançado pela Graça Music ‘Filho Meu’ cujo Thalles fala na primeira pessoa demonstrando uma tentativa do próprio Deus de se relacionar com um suposto filho, porém ainda não convertido. Não julgo a intenção da música, pode até ter sido boa, mas, sinceramente tanto ela quanto o vídeo foram (para mim) de uma péssima fundamentação teológica, pobreza musical e de uma desqualificação da soberania e onipotência de ‘Deus’ nunca vista antes”, escreveu o blogueiro, que é presbiteriano.

Já o pastor Renato Vargens, também blogueiro, publicou em sua página no Facebook e em seu blog, uma severa crítica à música e ao meio gospel em geral: “Prefiro pensar que o cantor Thalles Roberto escreve letras pobres e desprovida de boa teologia por ignorância e não por manipulação religiosa. Sinceramente a letra da música ‘Filho meu’ é uma das mais heréticas que tive oportunidade de ouvir nos últimos meses. Ora, desde quando Deus corre atrás, oferece promessa arquivada, leva porta na cara e chora? Complicado não é verdade? Até quando a igreja brasileira continuará consumindo lixo?”, questionou o pastor.

Entre os internautas, os que comentaram o vídeo diretamente no canal do cantor no Youtube se dividiram entre críticas e elogios.

Rodrigo Antunes escreveu sua crítica ressaltando o princípio de amor do Evangelho: “Sou evangélico praticante. Mas realmente está horrível este trabalho (opinião). Se colocar como se Deus estivesse falando. ‘Eu acho que paguei um preço alto demais’. Você acredita de verdade que Deus pensa assim? E Deus nunca ficaria jogando as coisas na nossa cara, Deus é amor, não imposição ou raiva, como demonstra o vídeo”, posicionou-se.

Já Maria Edvirgem manifestou apoio à iniciativa de Thalles Roberto de mostrar o Evangelho de uma forma incomum: “Por quê tantas criticas? Thalles Roberto nessa canção não disse nenhuma mentira; tem muita gente por aí que escarnece o sacrifício da cruz! Muita gente que acha que tem Deus porque vai 1 ou 2 dias da semana para a igreja. E os outros dias colocam Deus de lado, ficando assim sujeitos as armadilhas de satanás; e no fim colocam a culpa de suas mazelas em Deus. Oremos. Thalles é um homem de Deus!”, defendeu.

Thalles, em sua página oficial no Facebook, aproveitou a repercussão para mostrar os números alcançados pelo clipe: “O video Filho Meu teve 602.883 visualizações em 6 dias. Impressionante. Você já viu? [...] Um milhão rapidim! Vamos ganhar o planeta pra Cristo. Compartilhem”.

Fonte: Gospel+
O Músico Juninho Carelli, com seu Álbum “A PONTE”, lança On-line na Segunda Feira, dia 25 ás 18:00hr, o novo clipe “RECOMEÇO”. Single que inicia uma sequência de novas canções que estão sendo compostas e produzidas para lançamento ainda esse ano. Participe do Evento On-line: http://www.facebook.com/events/132212980280793/?ref=2

O projeto “A PONTE”, tem mensagem e conteúdo desafiador. Juninho contou que as entrelinhas são muito importantes no processo artístico e de difusão da mensagem que pretende passar para os cristãos e não cristãos principalmente, como afirma o cantor “A final, nossa verdadeira missão é falar de Deus pra quem ainda não o conhece”.

O Link do novo Clipe estará disponível logo mais no Facebook: https://www.facebook.com/juninhocarelli

“É Musica Inédita! Um single novo que trabalhei bastante em cima! E confesso, não é pra todos ouvidos... mas é pra mudar sua vida”. Afirma Juninho.

Para mais informações acesse o site Oficial: www.juninhocarelli.com.br
"É diferente de qualquer sistema judicial no mundo", disse Jordan Sekulow, diretor executivo do ACLJ, em um comunicado de imprensa partilhado com o The Christian Post na terça-feira.

"O Pastor Saeed e seu advogado foram excluídos da sessão de hoje. Não autorizado a assistir seu próprio julgamento. Foi-nos dito que o tribunal convocou outros pastores para depor hoje. Nós ainda não sabemos o que foi dito no tribunal, mas sabemos que o governo iraniano usa frequentemente ameaças e intimidações para obter o testemunho que ele quer", Sekulow acrescentou.

O grupo de direito chamou o julgamento uma "farsa", especialmente considerando que o advogado do pastor no Irã foi permitido falar apenas 24 horas com o réu antes dos processos judiciais começarem.

O pastor Abedini se converteu ao cristianismo em 2000, e se casou com Naghmeh Abedini, uma cidadã americana. Ele ajudou a igrejas cristãs clandestinas no Irã, que são uma minoria estrita, e nos últimos anos fez viagens de ida e volta entre os Estados Unidos e o Irã, trabalhando para estabelecer um orfanato para crianças carentes no país do Oriente Médio.
Ele foi preso por autoridades iranianas em setembro de 2012 e tem estado na prisão de Evin, em Teerã, desde então, aguarda julgamento por supostamente tentar converter outros jovens islâmicos em 2000, o que é um crime punível com pena de prisão a longo prazo ou até mesmo a morte.

O ACLJ, que está representando Naghmeh Abedini e dois filhos do casal nos Estados Unidos, observou que na segunda-feira, durante o primeiro dia de julgamento do pastor Abedini, seu advogado teve permissão para apresentar um forte argumento para o Tribunal da Guarda Revolucionária em Teerã, mas que tudo mudou na terça-feira, durante o segundo dia do julgamento, quando o pastor não foi nem autorizado a participar do processo.

"Hoje, houve uma audiência confirmada com um cristão que havia trabalhado ao lado de Saeed. O juiz de Saeed, sem Saeed ou seu advogado presente, questionou este indivíduo sobre a conversão ao Cristianismo, o trabalho com Saeed, e envolvimento nas igrejas domésticas", Naghmeh Abedini compartilhou em um comunicado sobre o segundo dia do julgamento.

"O juiz disse a essa pessoa para esperar uma intimação dentro de um mês para voltar a depor contra Saeed. O que foi divulgado pela mídia iraniana ontem foi claramente uma mentira. Como Saeed me disse durante uma de nossas conversas, que ele suspeitava que o regime planejava realizar no cárcere, por um longo tempo. Este testemunho hoje é mais uma prova de que o Irã estava apenas tentando silenciar a mídia e não tem intenção de liberar meu marido em breve," acrescentou a Sra. Abedini.

Na segunda-feira, autoridades iranianas afirmaram que o pastor havia sido libertado sob fiança, mas sua esposa afirmou que a história era uma mentira dos meios de comunicação iranianos.

"Nós apresentamos fiança. Depois que o juiz disse ao advogado de Saeed que a fiança voltou para debate, a família em Teerã correu em círculos hoje para se certificar de que Saeed havia sido libertado sob fiança. Mas, novamente o oficial de fiança rejeitou a fiança. Este é um jogo para silenciar os meios de comunicação internacionais", disse a Sra. Abedini na segunda-feira.
No segundo dia do julgamento do pastor americano Saeed Abedini no Irã, a notícia veio a público que o pastor nascido no Irã nem sequer foi autorizado a participar dos processos do dia.

"O ACLJ está fazendo tudo o que pode para que o governo dos EUA participe plenamente no caso do pastor Saeed. Infelizmente, ainda há o silêncio do Departamento de Estado e Secretário de Estado, Hillary Clinton. Nenhuma chamada pública para a sua libertação imediata. Nenhuma condenação da prisão deste cidadão dos EUA," acrescentou Sekulow.

No entanto, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA (NSC) se pronunciou sobre o caso do pastor Abedini. O NSC é usado pelo presidente Barack Obama para considerar a segurança nacional e questões de política externa com seus altos assessores de segurança nacional e funcionários de gabinete.

"Continuamos preocupados com o caso do cidadão dos EUA Saeed Abedini, que foi preso por autoridades iranianas mais de três meses atrás por acusações relacionadas a suas crenças religiosas", disse o porta-voz do NSC, Tommy Vietor. "Pedimos às autoridades iranianas para que libertem imediatamente.

De acordo com a ACLJ, mais de 180.000 pessoas assinaram uma petição exigindo a libertação de pastor Abedini e estão monitorando seu julgamento de perto.

Fonte: Christian Post