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Recentemente, o Projeto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos (ACLED) publicou um estudo sobre a questão da violência religiosa na Nigéria.

Segundo as análises dos dados coletados entre 2020 a 2022, a ACLED constatou que a violência contra os cristãos com base em sua identidade religiosa aumentou 21% de 2020 a 2021 e outros 25% de 2021 a 2022.
Nesse sentido, o resultado representa uma taxa de crescimento mais rápida em relação à violência global, que cresceu apenas 19% de 2020 a 2021.

Desta forma, a ACLED afirma que há uma série de pontos além da religião, como identidade étnica, gênero, profissão e filiação governamental, entre outros, e que a religião é apenas um fator entre muitos.
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Assim, a ACLED afirma que apenas cerca de 5% dos eventos violentos direcionados a civis são direcionados a cristãos com base em sua identidade religiosa.

De acordo com ICC, os dados da ACLED sobre a Nigéria que se estendem até 1997, e suas descobertas iniciais mostram que os cristãos são, de fato, alvo de uma porcentagem relativamente pequena de sequestros.
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No entanto, em sequestros onde os dados da ACLED revelam a afiliação religiosa da vítima, seja cristã ou muçulmana, o ICC descobriu que os cristãos são alvos quase dez vezes mais frequentemente do que muçulmanos.

Fonte: Gospel Prime


A International Christian Concern (ICC) revelou que várias igrejas domésticas em toda a China foram vítimas de ataques e líderes presos por acusações forjadas. 

O pastor Lian Chang-Nian, sua esposa Guo Jiuju, seu filho pastor Lian Xuliang, sua nora Zhang Jun e o neto de 9 anos foram levados para a delegacia de polícia de Shilipu depois que suas casas foram invadidas. Além deles, o pregador Fu Juan e a fiel Xing Aiping, da Igreja Abundante de Xi'na, também foram detidos.  

Os adultos foram algemados e levados à igreja para uma sessão de fotos encenada, em seguida, as autoridades proferiram o veredicto dos “crimes” praticados pelos cristãos: reunião ilegal, local ilegal e coleta ilegal de fundos.

De acordo com o ICC, um membro da igreja que testemunhou o processo disse que o pastor Lian Xuliang teve vários ferimentos na cabeça e nos braços, devido a maus-tratos. 

As mulheres foram libertadas, enquanto o pregador Fu está desaparecido e os pastores – pai e filho – são mantidos sob vigilância em um local designado na província de Shaanxi por “fraude”. 

Linfen Igreja da Santa Aliança 

A perseguição também alcançou 70 membros da Linfen Holy Covenant Church (Igreja da Santa Aliança) na província de Shanxi.

Em 19 de agosto, por volta das 19h, eles estavam participando de um acampamento ao ar livre, quando 170 policiais invadiram o local e levaram os funcionários da igreja, Li Jie e Han Xiaodong. Todos foram revistados, tiveram seus celulares confiscados e foram levados pela polícia. 

A polícia também vasculhou as casas de Li e Han, levando documentos e livros. Li, sua esposa Li Shanshan e Han desapareceram após o ataque. Outro membro da igreja, Hou Guobao, também foi levado.  

Cristãos étnicos Nu 

No mesmo dia, os familiares de cristãos de etnia Nu receberam avisos de detenção de Nu Wang Shunping e Nu Sangdeng. Ambos foram levados pela polícia por “supostamente organizar e patrocinar reuniões ilegais”, segundo o Departamento de Segurança Pública do condado de Fugong, na província de Nujiang.  

O irmão San Luopo e duas mulheres cristãs de fora da cidade também foram detidos, mesmo sem a emissão de nenhum documento oficial.   

Igreja House of Light de Changchun

Em 21 de agosto, a Igreja House of Light em Changchun, província de Jilin, foi invadida pela polícia durante seu culto de domingo.

Antes de levar o pastor Zhang Yong (também conhecido como Guo Muyun), o ancião Qu Hongliang e o irmão Zhang Liangliang, as autoridades dispersaram todos os fiéis. 

Devido à natureza violenta do ataque, duas fiéis do sexo feminino sofreram ataques cardíacos e foram levadas ao hospital em estado de emergência. 

Os cristãos detidos foram libertados na madrugada de 22 de agosto, embora haja denúncias de que os homens tenham sido tratados brutalmente durante a detenção.

Repressão em série

A série de repressões ocorre uma semana depois que a Early Rain Covenant Church e a Beijing Zion Church, com sede em Chengdu, tiveram seus membros presos durante um culto de domingo.

Não está claro por que Pequim intensificou a repressão às igrejas domésticas. 

O padre Francis Liu, da Chinese Christian Fellowship of Righteousness, declarou à ICC: “Assim como o recém-eleito presidente da Associação Patriótica dos Católicos Chineses, o arcebispo de Pequim Joseph Li Shan, disse: 'A autoridade da Igreja precisa se submeter ao [comunismo chinês regime do partido]; é preciso ouvir a festa.' Esta última rodada de perseguição procura controlar estritamente os pensamentos das pessoas”.

Segundo Liu, as igrejas invadidas no fim de semana seguem principalmente a tradição reformada, que enfatiza a independência da igreja, enquanto algumas igrejas domésticas evangélicas ou carismáticas que ele conhece defendem firmemente o patriotismo.  

“O regime de Xi Jinping teme muitas coisas; uma coisa são pessoas com crenças religiosas”, disse Gina Goh, Gerente Regional da ICC para o Sudeste Asiático.

“Eles querem garantir que os cidadãos chineses sejam leais à ideologia do PCC e nada mais. Esse medo se traduz em repressão da igreja, 'campos de reeducação' para uigures e demolição de estátuas budistas. As igrejas domésticas estão se preparando para potencialmente a pior repressão desde a Revolução Cultural”.

Fonte: Guiame


"Como é possível mencionar uma das ideólogas do imperialismo russo como uma vítima inocente? Ela foi assassinada pelos russos como uma vítima sagrada e agora é um escudo de guerra", acrescentou.

Dugina, 29 anos, era filha do influente filósofo ultranacionalista Alexander Dugin, tido pela imprensa ocidental como uma das bases intelectuais para a deriva imperialista do regime de Vladimir Putin.


A jornalista foi vítima de uma bomba instalada no automóvel que ela dirigia - um Toyota Land Cruiser Prado em nome de Dugin - e acionada à distância. O crime ocorreu quando Dugina passava pelo vilarejo de Velyki Vyazomi, nos arredores de Moscou, voltando de um festival no qual ela e seu pai haviam sido convidados de honra.

A Rússia acusa os serviços secretos da Ucrânia de terem planejado o atentado, mas Kiev nega envolvimento no caso.

Em sua audiência geral nesta quarta, o papa Francisco mencionou brevemente a morte da jornalista e disse que "os inocentes pagam o preço da guerra". "Penso em uma pobre garota que voou no ar por causa de uma bomba sob seu banco no carro em Moscou", disse o líder católico, sem citar Dugina nominalmente.

"Os inocentes pagam o preço da guerra, os inocentes! Pensemos nessa realidade e digamos um para o outro: a guerra é uma loucura. E aqueles que ganham com a guerra e com o comércio de armas são delinquentes que assassinam a humanidade", acrescentou.

O embaixador da Ucrânia no Vaticano, Andrii Yurash, criticou o papa Francisco por ele ter lamentado a morte da jornalista e analista política russa Darya Dugina, vítima de um atentado a bomba nos arredores de Moscou no último fim de semana.

"O discurso de hoje do Papa foi decepcionante e me fez pensar em muitas coisas. Não se pode colocar na mesma categoria agressor e vítima, estuprador e estuprado", escreveu o diplomata no Twitter nesta quarta-feira (24).

Essa não é a primeira vez que a Ucrânia entra em rota de colisão com Francisco. Na Via Crucis presidida pelo pontífice em abril passado, a programação oficial previa que uma ucraniana e uma russa lessem juntas uma reflexão sobre a guerra.

No entanto, após protestos da embaixada de Kiev na Santa Sé, o texto acabou cortado da celebração. Ainda assim, a ucraniana e a russa carregaram juntas a cruz em uma das estações da Via Crucis.

O Papa negocia uma possível visita a Kiev nas próximas semanas, mas já deixou claro que também gostaria de ir a Moscou para se reunir com o presidente Vladimir Putin e tentar promover um acordo de paz.

Fonte: Portal Terra

Um jornalista que denunciou a negligência do governo da Nigéria diante do massacre aos cristãos no país foi preso e será julgado sob a acusação de “cyberstalking” — ou seja, por usar a tecnologia para perseguir ou ameaçar as autoridades.

Em um artigo publicado em 29 de outubro de 2021, no jornal Epoch Times, o repórter cristão Luka Binniyat criticou a falta de atitude das autoridades nigerianas usando o título: “Na Nigéria, a polícia condena os massacres como 'perversos', mas não fazem prisões”.

No texto, Binniyat relatou os assassinatos em massa de cristãos em duas aldeias do sul de Kaduna, de autoria de pastores muçulmanos Fulani.

O jornalista então fez uma crítica ao Comissário de Segurança Interna e Assuntos Internos do Estado de Kaduna, Samuel Aruwan, que não reconheceu que há uma perseguição religiosa e caracterizou o massacre de cristãos desarmados como um “conflito” entre moradores de aldeias e pastores (agricultores).

Na época, Binniyat foi preso e, agora, deve ser julgado perante um juiz nigeriano em 6 de setembro por acusações de cyberstalking, ajuda e cumplicidade em crimes cibernéticos. Ele nega todas as acusações.

Falando à imprensa em agosto, Binniyat disse que temia por sua vida: “Sou claramente um homem marcado pela implicação do meu julgamento e quero que o governo do Estado de Kaduna seja responsabilizado, caso algum dano aconteça a mim”.

O governo quer silenciar os ataques a cristãos

A prisão e o próximo julgamento de Binniyat são uma tentativa de silenciar jornalistas que falam sobre ataques a cristãos na Nigéria, diz Robert Destro, professor de direito da Universidade Católica e ex-secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho durante a administração Trump.

“Nenhum político gosta de críticas, mas a maioria entende que o trabalho de um repórter é encontrar os fatos e relatá-los honestamente”, escreveu Destro em um e-mail para a Catholic News Agency.

Repórteres como Binniyat estão desafiando a narrativa dominante do governo, avalia Destro.

“Na Nigéria, a 'narrativa' oficial é que os massacres de cristãos em suas casas e igrejas são o resultado de 'confrontos' entre pastores de gado pacíficos que foram deslocados de suas pastagens pelas mudanças climáticas, e agricultores que não querem que suas fazendas, aldeias e cidades sejam invadidas pelo gado”, disse Destro.

“A realidade é que cristãos e outros grupos religiosos são atacados, sem provocação ou aviso, por militantes armados que sequestram, estupram, saqueiam e matam. Ao chamar esses ataques de confrontos causados por mudanças climáticas, o governo culpa as vítimas e absolve os agressores, e tem uma desculpa reconhecida internacionalmente para não fazer nada”, acrescentou Destro.

Fonte: guiame.com.br
Vaticano emitiu, nessa segunda-feira (17), um documento com uma recomendação inédita à Igreja Católica: considerar que homens casados sejam ordenados padres, em áreas remotas da Amazônia. O documento não trata do fim do celibato sacerdotal, mas é vista como uma abertura histórica, que pode solucionar a falta de padres em comunidades isoladas. A dificuldade que a Igreja Católica enfrenta em garantir presença na região - que possui território quase tão grande quanto o de toda a Europa - será discutida na Assembleia dos Bispos, convocada para outubro, pelo Papa Francisco. Para o padre José Amarildo Luciano, que atua na Amazônia, a Igreja não pode deixar o problema de lado. "As comunidades rurais, ribeirinhas, têm eucaristia apenas uma vez por ano, celebra todos os batizados, celebra os casamentos, e depois só daqui um ano outra vez". Segundo o documento, será estudada a possibilidade de ordenação sacerdotal de idosos, de preferência indígenas, que sejam respeitados e reconhecidos pela comunidade, mesmo que já tenham família constituída e estável.Está previsto também um intenso debate sobre a função pastoral das mulheres na Igreja. Caberá aos bispos identificar o tipo de ministério oficial que poderá ser dado a elas, levando em conta o importante papel que já desempenham na região.A Assembleia dos Bispos, dedicada à Amazônia, tem o objetivo de debater novas formas de evangelizar a população local, e também abordar temas como as mudanças climáticas, a preservação ambiental e a proteção aos povos indígenas. O Cardeal brasileiro Dom Claudio Hummes foi nomeado pelo Papa Francisco como relator-geral do Sínodo, uma das posições mais importantes da reunião. "Um sínodo histórico, um dos momentos principais do Papa Francisco será este sínodo, certamente", disse o cardeal que também é presidente da Rede Eclesial Pan-Americana, a REPAM.

Fonte: Portal T5
Levantamento revela que cerca de 400 líderes batistas do sul dos Estados Unidos se declararam culpados ou foram condenados por crimes sexuais contra mais de 700 vítimas na última década HURST, Texas - A americana Christi Bragg ouvia a pregação sem conseguir acreditar. Era um domingo de fevereiro e o popular pastor evangélico Matt Chandler estava pregando sobre o mal dos líderes religiosos que abusam sexualmente daqueles que são chamados a proteger. Mas, na igreja "Village Church", ele assegurou aos seus fiéis, as vítimas de agressão seriam ouvidas e curadas: "Nós estamos vendo vocês". Ao ouvir essas palavras, Christi quase vomitou. Ela se levantou e deixou o culto.


Exatamente um ano antes daquele dia, em 17 de fevereiro de 2018, Bragg e seu marido, Matt, relataram à igreja Village que sua filha, com cerca de 11 anos, havia sido abusada sexualmente quando tinha 5 anos, no acampamento de verão para crianças promovido pela igreja. Desde então, Matthew Tonne, que era o ministro das crianças da Igreja, havia sido investigado pela polícia, indiciado e preso por acusações de molestar sexualmente a filha de Bragg.

Bragg esperava que, com a conclusão da polícia, os líderes da igreja explicassem o que havia acontecido e informassem as outras famílias na congregação. Ela esperava que a Village assumisse a responsabilidade e pedisse desculpas. Esperava ter uma conversa com Chandler, um líder da comunidade que ela admirava há muito tempo. Mas nada disso aconteceu.

Fonte: O Globo
A Indonésia, com cerca de 250 milhões de habitantes, é o país muçulmano mais populoso do mundo. Cerca de 90% da população diz seguir uma forma moderada do islamismo. Os cristãos são minoria e em grande parte de origem chinesa, o que adiciona um fator étnico aos conflitos.

Em meio à preparação das eleições no próximo ano, o governador da capital Jakarta, Basuki Tjahaja Purnama, está sendo atacado por seus adversários muçulmanos. Querendo dar uma resposta “à altura”, ele citou um verso do livro sagrado do islamismo.

Isso foi o suficiente para que líderes radicais que não aceitam serem governados por um cristão, o acusassem de “blasfêmia”. Aproveitaram para exortar os muçulmanos a não votarem em Purnama, mais conhecido pelo apelido de “Ahok”. Ele é o primeiro governador cristão chinês de Jacarta em quase 50 anos. Amigo do presidente da Indonésia, Joko Widodo, ela já foi indicado como um possível sucessor, o que colaborou para a explosão dos protestos.

As ruas da capital foram tomadas de manifestantes nesta sexta-feira (04), dia sagrado para os seguidores do Islã. Os protestos se concentraram diante do palácio presidencial, onde foi exigida a renúncia do governador. “Ele não é muçulmano, mas humilhou o Alcorão”, disse Muhammad Said, um dos que foram aos protestos desta manhã.

“.”[Cristão] Não se refira a nada no Alcorão, especialmente interpretando-o incorretamente… peço a Allah que ele seja preso”. Já Hiday At, que também estava no evento, apregoava: “ele ofendeu o nosso profeta e deve ser morto por isso”. Em vários momentos era possível ouvir as pessoas gritando “Allahu Akbar” [Deus é grande], grito típico dos jihadistas, que é um misto de declaração fé e uma declaração de guerra.

As tensões aumentaram no país, pois 18 mil agentes de segurança foram enviados para garantir que as coisas não saíssem do controle. Jacarta tem 10 milhões de habitantes. Muitas lojas foram fechadas como prevenção. Há relatos de que a polícia reagiu à manifestação com violência e lançou gás lacrimogênio contra a multidão. Em meio a esses confrontos, pelo menos uma pessoa foi morta e uma dezena ficaram feridas.

Os manifestantes, liderados pelo grupo político Frente de Defensores Islâmicos, também fez ameaças a comunidade cristã. Recentemente, grupos extremistas juraram lealdade ao Estado Islâmico.

Há o temor que surja uma nova “onda” de perseguição contra os de etnia chinesa, como os massacres de 1998, em que muitos cristãos foram mortos, além das igrejas invadidas e incendiadas. Em 2003, nas ilhas molucas, radicais islâmicos também mataram centenas de “infiéis não islâmicos”. 

Dia 16 de novembro em Vyborg, perto de São Petersburgo, Rússia, um tribunal irá fazer o julgamento de um caso inusitado. Será realizada uma audiência sobre a proibição da importação da Bíblia. Tanto o Novo Testamento quanto o Livro dos Salmos serão analisados para determinar se eles são ou não “literatura extremista”.

Para diminuir os custos, os Gideões Internacionais, entidade que distribui milhares de cópias das Escrituras todos os anos na Rússia, mandou imprimir na Finlândia 20 mil cópias da sua famosa edição de bolso, contendo tanto o NT quanto Salmos. Contudo, em julho, quando o container chegou em solo russo, os funcionários aduaneiros detiveram a carga.

No porto de Vyborg, o material foi impedido de entrar e mandado de volta para o outro lado do canal de Saimaa, que marca a divisão dos dois países. O motivo alegado é a nova legislação antiterrorismo vigente no país. Serghei Lenin, funcionário responsável pela liberação de cargas, alegou que não havia “qualquer documentação que comprovasse que os livros não tinham conteúdo extremista, conforme exigido por lei”.

Desde o início do segundo semestre de 2016, está em vigor a proibição de toda forma de proselitismo fora dos templos, incluindo pregação e distribuição de literatura.

Nem mesmo reuniões em residências para esse fim ou divulgação online de qualquer grupo religioso são permitidas. Isso afetou o trabalho missionário. Pastores já foram presos e até deportados.

Agora, por causa da situação em Vyborg, foi pedido um exame linguístico por especialistas, para que se emita um parecer, permitindo a entrada de Bíblias no território da Federação Russa. O temor é que a importação seja, de fato, proibida.

O responsável pelo trabalho dos Gideões na Rússia, Anatoly Pchelintsev, observou que os funcionários aduaneiros ignoraram completamente as emendas à lei “para combater as atividades extremistas”, que menciona a isenção dos livros sagrados: Bíblia, Alcorão, Tanach judaico [Antigo Testamento] e o Kangyur [cânone budista].

O julgamento sobre a Bíblia ser ou não um livro “extremista” está incomodando os Gideões, que afirma ter fornecido às autoridades o material para escrutínio do departamento de estudos religiosos na Universidade Estadual Russa de Herzen.

Não há diferença no texto do material produzido dentro da própria Rússia, mas criou-se um grande desconforto. Para a missão evangélica, “o chefe das Alfândegas conhece o Novo Testamento, mas também sabe que tudo o que é religioso agora é suspeito na Rússia por causa da legislação rígida”.
Fonte: Asia News
Uma igreja frequentada por pessoas negras no Mississippi foi queimada e teve a mensagem "Vote Trump" escrita nela com tinta spray, disseram autoridades nesta quarta-feira (2), enquanto o FBI declarou que estava examinando o incidente, que ocorre uma semana antes das eleições presidenciais norte-americanas.

Ninguém ficou ferido no fogo do fim da terça-feira na Igreja Batista Missionária Hopewell, em Greenville, e a causa do incêndio ainda não foi determinada, disse Ruben Brown, comandante dos bombeiros de Greenville, numa entrevista por telefone. Brown afirmou que a igreja havia sido muito danificada pelo fogo.

Igrejas frequentadas por negros no sul dos Estados Unidos são há muito tempo uma base de apoio para o Partido Democrata.

"Nós achamos que a mensagem na igreja é intimidatória", disse Delando Wilson, chefe de polícia, à imprensa. "Ela tenta impor as suas opiniões sobre alguém, e essa é uma igreja predominantemente de negros, e ninguém tem o direito de tentar influenciar como alguém vota nesta eleição."
Mensagem ‘Vote Trump’ é vista em muro da Igreja Batista Missionária Hopewell, em Greenville, Mississippi, na quarta (2) (Foto: AP Photo/Rogelio V. Solis)

Durante o movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos nos anos 1960, igrejas do sul frequentadas por negros foram alvos de ataques incendiários e com bomba por supremacistas brancos.

A cidade de cerca de 33 mil pessoas fica 160 km a noroeste de Jackson.
Bombeiro e perito colhem evidências para investigar o incêndio na Igreja Batista Missionária Hopewell, em Greenville, Mississippi, na quarta (2) (Foto: AP Photo/Rogelio V. Solis)

Fonte: G1
Um pastor americano afirmou que Facebook e Twitter são inimigos das religiões na internet. Henry G.Briton publicou um artigo no Huffington Post dizendo que as redes sociais podem minar as religiões ao encorajar mensagens únicas para um público variado.

“Estou ficando cada vez mais convencido de que a mídiasocial pode minar religião por mensagens de"generalistas", colocando o valor no "curtir" e"seguidores" e distraindo as pessoas de umrelacionamento com Deus e com seus vizinhos mais próximos”, diz o pastor sênior da Igreja Presbiteriana de Fairfax, Virginia.

Briton ainda lembra que alguns religiosos já utilizam as redes sociais, como o Papa Francisco (Twitter), além de congregações que mantém páginas no Facebook e LinkedIN. Para o religioso, embora seja “tentador”, as pessoas devem utilizar o tempo que usariam nas redes sociais para focar em Deus e nos próximos. “Todos nós podemos nos beneficiar ao “desplugar” do mundo online por um dia ou um temporada, e achar serenidade e crescimento espiritual em uma conexão mais forte com Deus e as pessoas perto de nós”.

Fonte: Terra
Depois de ficar completamente embriagado, um pastor de 43 anos causou um grave acidente de moto na Califórnia (EUA), fazendo seu filho de apenas 8 anos voar da garupa. Ele que comanda a igreja Reality Church, na cidade de Santa Barbara, deixou todos os seus fiéis perplexos com a notícia.

O pastor Gerald Torres pilotava uma moto Yamaha na autoestrada Casitas Pass Road, por volta das 4 horas da manhã do último dia 3 de maio, quando virou para fora da estrada, bateu em uma placa de trânsito e atravessou uma cerca, de acordo com o site Noozhawk.

Com a suspeita de dirigir sob a influência de álcool, Torres foi preso pela polícia local, mas ainda assim teve que ser liberado para receber os devidos cuidados médicos, por conta de ferimentos graves na cabeça e cortes em suas extremidades. Na sequência, recebeu alta durante a última segunda (5).

Para a sorte de Torres, seu filho Judah, conseguiu passar o acidente sem graves lesões. O garoto de 8 anos sofreu apenas pequenas escoriações, e foi levado do hospital por um amigo da família, logo que recebeu alta.

Embora esteja contente pelo pastor e seu filho terem sobrevivido, a igreja recriminou o comportamento de Gerald Torres. O pastor Tijolo Merrick, que serve como ancião na igreja, afirmou em um discurso que o que ocorreu foi algo terrível e um erro pecaminoso, fora do caráter de um pastor.

"O pastor Gerald tinha bebido e seu nível de álcool no sangue estava bem acima do limite legal", confessou Merrick em depoimento dado aos fiéis de sua igreja no último domingo (4), na tentativa de esclarecer o que havia ocorrido.

Merrick ainda acrescentou que trabalharão através do poder do perdão e da restauração por meio da fé em Jesus Cristo para resgatar a vida do pastor. "Agora é a nossa oportunidade de cercá-lo como uma comunidade, estender a graça, e apontá-lo à sua família pela graça divina", resume.

Fonte: Christian post
Um museu dedicado ao navio Titanic, que naufragou em 1912, está exibindo uma Bíblia resgatada no acidente. O Livro Sagrado ficará exposto até o final deste ano no Museu do Titanic que fica em Tennessee, sudeste dos Estados Unidos.

O Museu fez uma homenagem ao cristianismo por conta do dia 1º de maio que nos Estados Unidos é comemorado o Dia Nacional da Oração. Nessa homenagem eles incluíram a Bíblia que pertenceu a um reverendo britânico que estava dentro do Titanic.

O reverendo Robert J. Bateman saiu de Southampton, Inglaterra, rumo aos Estados Unidos, mas não sobreviveu ao naufrágio. Antes de morrer, porém, ele entregou a Bíblia para sua cunhada, Ada Ball, que foi salva através de um bote salva-vidas.

Ball conseguiu sobreviver ao acidente e chegou ao seu destino onde estava Emily Bateman, esposa do reverendo. De acordo com informações do próprio museu, o livro foi entregue a um médico, o Dr. Harry Upperman, por Ada Ball que estava prestes a morrer.

A história do reverendo inglês ajuda a contar um pouco sobre a embarcação. “Aqui estamos 102 anos depois [do naufrágio] e ainda somos capazes de exibir esta Bíblia, é um privilégio para nós”, disse o dono do Museu do Titanic, John Joslyn.

Antes de morrer o reverendo Bateman fundou a igreja People’s Tabernacle Church, em Knoxville na década de 1890, e depois se mudou para a Flórida onde ficou por pouco tempo, pois ele viajou para a Inglaterra e não retornou mais. Com informações Christian Post

Fonte: Gospel Prime
Em 2004 foi lançado o filme “A Paixão de Cristo”, de longe a me­lhor produção sobre Jesus Cristo no cinema. Sua fidelidade ao que dizem os quatro Evan­gelhos, a ousadia de se recriar os diálogos nas línguas que eram faladas à época e o (hiper)realismo das cenas são de um valor ímpar na história da indústria cinematográfica.

No entanto, apesar da excelente qualidade, a polêmica em torno da película foi ainda maior: de um lado, acusações de antissemitismo ao diretor e roteirista Mel Gibson; por outro, reclamações da crítica especializada afirmando que o filme era “demasiado violento”.

De fato, há bastante exposição de cenas sangrentas, mas, naquele mesmo ano, essa mesma crítica teceu todos os elogios possíveis à primeira parte da saga “Kill Bill”, de Quentin Tarantino. Fiquei bastante intrigado à época (eu cursava meu primeiro ano de jornalismo): “Como é possível elogiar ‘Kill Bill’ e pichar ‘A Paixão de Cristo’ pelo mesmo motivo?”.

Muito bem. Fui assistir “Noé” logo de sua estreia: antes mesmos de ver a repercussão do filme no Brasil (onde mais causou danos as declarações de Russell Crowe acerca dos aeroportos e do trânsito do país) e ao redor do planeta, fiquei interessado pela obra por dois motivos principais: o conteúdo nela abordado e quem a dirigia.

Darren Aronofsky é um dos maiores diretores do cinema mundial: em comum nos seus filmes, vários aspectos técnicos, mas um ponto principal: o constante questionamento dos valores e objetivos da vida.

Mesmo com temas variados, todas suas produções convergem para uma visão, digamos, apocalíptica do ser humano: apontam suas mazelas (“Ré­quiem”), sua decadência (“O Lutador”), sua busca pela perfeição (“Cisne Negro”), pela compreensão do mundo (“Pi”) e da morte (“Fonte da Vida”). Tendo em vista esse histórico, ninguém deveria se dizer surpreso ao ver o tipo de abordagem presente em “Noé”.

No roteiro, adaptado dos dez capítulos iniciais do livro de “Gênesis” (o primeiro do Velho Testamento, chamado “Tanakh” pelos judeus), há de fato algumas diferenças substanciais com os textos canônicos.

Em alguns casos, trata-se da livre interpretação daquilo que não está dito (a reunião da família em meio à arca durante a tempestade, por exemplo). Já em outros, há a chamada “licença poética”, ou uma interpretação peculiar de algo que fora descrito de outra maneira (caso dos Guardiães).

Por fim, há de fato algumas inversões temporais — coisas que teriam acontecido depois, conforme a Bíblia, no filme sucedem antes, como a embriaguez de Noé — e até mesmo mudanças pontuais em personagens (a narrativa bíblica não conta nada sobre a gravidez da esposa de Sem, nem relata que Cam e Jafé fossem tão jovens e solteiros).

Nada disso, entretanto, diminui o valor do filme. Porém, como aconteceu com a obra de Mel Gibson dez anos atrás, a mais recente produção de Darren Aronofsky também gerou dois tipos distintos de crítica e desagradou a diferentes grupos.

O primeiro grande problema também se deu com comunidades de países do Oriente Médio, estados islâmicos: no Kuwait, no Qatar, nos Emirados Árabes e no Bahrein a produção foi proibida de ser exibida antes mesmo de sua estreia. A justificativa para tal: a representação de Noé e a trama exibida são contrárias às leis islâmicas, que proíbem a retratação de profetas.

A outra polêmica, que se alinha àquela das reclamações sobre a “violência excessiva” presente na representação da Paixão de Cristo, acontece em razão de alguns momentos pontuais da trama que causam um grande impacto e suscitam questionamentos não apenas ao filme, mas à história que o inspira.

Não falo dos que buscam ridicularizar as narrativas da Criação do Homem, do Dilúvio e do (re)povoamento da Terra: isso é papo pra outra hora. Refiro-me a um dos maiores clichês de todos os tempos, que tornou a ser repetido após a exibição do filme: “Que Deus é esse que mata e manda matar?”, ouvi mais de uma vez.

Ainda que não tenha sido inspirada diretamente na Bíblia, na mais chocante sequência do filme o personagem Noé emula outra passagem vetero-testamentária: Abraão e Isaac. Trata-se da mais perfeita tradução dos conflitos inerentes à fé.

Dez anos depois, talvez eu tenha encontrado a resposta àquela pergunta que tanto me incomodou ao ler as críticas à “Paixão de Cristo”: As obras de Tarantino (ou algum desses blockbusters de ação, principalmente aqueles que combinem “bem x mal”, destruição e vingança) não causam exclamações de horror à violência por um simples motivo: mais do que serem apenas ficção, em nenhum momento se atrevem a dizer que “a culpa também é sua”.

Em tempos no qual é cada vez mais frequente ver gente sendo amarrada em postes e outros milhões aplaudindo, se nos recusamos a confiar no Jesus de Mel Gibson talvez só nos reste esperar pelo Noé de Darren Aronofsky.

Fonte: Jornal Opção
Um pedaço de papiro antigo que contém uma menção à esposa de Jesus não é uma falsificação, de acordo com uma análise científica do controverso texto, informaram nesta quinta-feira (10) pesquisadores americanos.

Acredita-se que o fragmento seja proveniente do Egito Antigo, pois contém escritos na língua copta (extinta no século XVII), que afirmam: "Jesus disse-lhes: 'Minha esposa...'''. Outra parte diz ainda: "Ela poderá ser minha discípula".

A descoberta do papiro, em 2012, provocou polêmica. Pelo fato de a tradição cristã afirmar que Jesus não era casado, o documento reacendeu os debates sobre o celibato e o papel das mulheres na Igreja.

O jornal do Vaticano "L'Osservatore Romano" declarou na época que o papiro era uma farsa, juntamente com outros estudiosos que duvidaram de sua autenticidade baseando-se em sua gramática pobre, texto borrado e origem incerta.

Nunca antes um evangelho se referiu a Jesus como casado ou tendo mulheres como discípulos. Mas uma nova análise científica do papiro e da tinta, bem como da escrita e da gramática, mostrou que o documento é antigo.

"Nenhuma evidência de fabricação moderna ("falsificação") foi encontrada", declarou a Harvard Divinity School, da Universidade Harvard, em comunicado.

O fragmento provavelmente remonta a uma data entre os séculos VI e IX, mas poderia ter sido escrito até mesmo no século II, de acordo com os resultados do estudo, publicados na revista "Harvard Theological Review".

A datação do papiro feita por radiocarbono e uma análise da tinta por espectroscopia Micro-Raman foram realizadas por especialistas das universidades Columbia e Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

"A equipe concluiu que a composição química do papiro e os padrões de oxidação são consistentes com papiros antigos, ao comparar o fragmento do Evangelho da Esposa de Jesus (Gospel of Jesus' Wife – GJW, em inglês) com um fragmento do Evangelho de João", apontou o estudo.

"O teste atual suporta, assim, a conclusão de que o papiro e a tinta do GJW são antigos", acrescentou o comunicado de Harvard.

Origem desconhecida
A origem do papiro, porém, ainda é desconhecida. A historiadora Karen King, da Harvard Divinity School, recebeu-o há dois anos de um colecionador – que pediu para permanecer anônimo.

Especialista em cristianismo primitivo, Karen afirmou que a ciência ter mostrado que o papiro é antigo não prova que Jesus era casado.

"A questão principal do fragmento é afirmar que as mulheres que são mães e esposas podem ser discípulas de Jesus, tema que foi muito debatido no início do cristianismo, em um momento em que a virgindade celibatária se tornou cada vez mais valorizada", explicou a historiadora em comunicado.

"Esse fragmento de evangelho fornece uma razão para reconsiderar o que pensávamos que sabíamos, ao nos perguntar o papel que as declarações sobre o estado civil de Jesus desempenharam historicamente nas controvérsias cristãs sobre casamento, celibato e família", destacou.

O fragmento mede 4 cm x 8 cm. Karen declarou que a data do documento – escrito séculos depois da morte de Jesus – significa que o autor não conhecia pessoalmente o profeta, considerado pelos católicos como "o filho de Deus".

A aparência bruta e os erros gramaticais do papiro sugerem que o escritor tinha apenas uma educação elementar, destacou o comunicado.

O professor de egiptologia Leo Depuydt, da Universidade Brown, escreveu um artigo, também publicado na "Harvard Theological Review", descrevendo por que acredita que o documento seja falso.

"O fragmento do papiro parece perfeito para um esquete do Monty Python [famoso grupo de comediantes britânicos]", declarou.

Depuydt apontou erros gramaticais e o fato de as palavras "minha esposa" parecerem ter sido enfatizadas em negrito, o que não é usado em outros textos antigos na língua copta.

"Como um estudante de copta convencido de que o fragmento seja uma criação moderna, sou incapaz de fugir à impressão de que existe algo quase engraçado no uso das letras em negrito", escreveu o professor.

A historiadora de Harvard, porém, publicou uma refutação às críticas de Depuydt, dizendo que o fato de a tinta estar borrada era comum e que as letras abaixo de "minha esposa" eram ainda mais escuras.

Fonte: G1
Uma entrevista recente do Dr. Kim Seok-Kwun causou uma onda de críticas na Coreia do Sul, onde ele é um dos cirurgiões plásticos mais famosos. Criador de uma técnica capaz de criar um pênis que realmente funcione para transexuais, ele confessa: “Decidi desafiar a vontade de Deus”.

Aos 61 e com uma carreira médica consolidada, o Dr. Kim revelou que por ser um evangélico praticante, no início se angustiava demais ao ponderar se deveria ou não fazer as operações de mudança de sexo. “Eu me perguntava se estava desafiando Deus… Fui dominado por um sentimento de vergonha. Mas meus pacientes queriam desesperadamente estas cirurgias. Sem elas, eles iriam se matar”, acredita.

Vivendo em um país muito conservador, onde as duas religiões principais condenam a mudança de sexo, ele sempre atraiu a fúria de protestantes e budistas. Ao total, contabiliza 320 operações de mudança de sexo ao longo dos últimos 28 anos. Foram 210 do sexo masculino para o feminino, o restante foi o oposto.

Kim conta que, quando começou a fazer as cirurgias na década de 1980, seu pastor foi contra. Amigos e colegas médicos diziam que ele iria para o inferno se fizesse aquilo. Mas hoje afirma sentir uma grande alegria, pois acredita estar corrigindo o que chama de “erros de Deus”.

“Algumas pessoas nascem sem os órgãos genitais ou com lábios leporinos ou sem orelhas ou com os dedos grudados. Por que Deus criou as pessoas assim? Não são erros de Deus?” questiona. Para ele a medicina é um meio para corrigir tudo, inclusive pessoas que estão presas em corpos errados. Ele continua indo a igreja e diz que isso não modifica sua fé.

A Coreia do Sul não reconhece legalmente o casamento homossexual, mas já existem artistas transgêneros bem conhecidos no país. Em 2012, um canal de TV tirou do ar um programa com transexuais por causa da forte pressão de grupos cristãos. O governo conservador do presidente Park Geun-hye, anunciou que iria criar uma lei de combate à discriminação, mas não houve grandes progressos.

Hong Jae Chul, presidente do Conselho Cristão da Coreia foi um dos primeiros a se manifestar. Ele classificou os comentários de Kim de “amaldiçoados e deploráveis”. Operações de mudança de sexo “são uma blasfêmia contra Deus e tornam o mundo um lugar mais miserável”, disparou. Com informações de Sidney Morning Herald
Nesta última segunda-feira (31), a Guarda Costeira dos EUA e outras equipes de resgate moveram todos seus esforços para tentar encontrar um homem de 43 anos que foi levado pelo mar, quando ajudava a realizar um batismo em uma praia da Califórnia Central.

Benito Flores auxiliava seu primo, o pastor Maurigro Cervantes, da Igreja Jesus Cristo Luz do Céu, no último domingo (30), durante o sacramento da congregação até o momento em que onda o puxou mar adentro, na orla de Rancho Guadalupe Dunes Preserve.

Cervantes e o jovem que esperava ser batizado conseguiram sobreviver, à medida que retomaram o caminho para a costa, que tinha a presença de 25 membros da igreja espanhola, testemunhando o incidente do estacionamento da praia.

Segundo Cervantes, na tentativa de resgatar Benito, ele não conseguiu segurar seu corpo, quando surgiu outra onda grande surgiu impedindo que continuasse a trazê-lo, de acordo com informações dos meios de comunicação locais.

Várias equipes participam do salvamento para aumentar as possibilidades de encontrar o homem. Entre elas, a Guarda Costeira, com helicópteros e um navio, mais o corpo de bombeiros local, mais a Equipe de Busca e Salvamento de Santa Barbara.

A equipe de bombeiros e outras equipes de resgate estão vasculhando a área, para buscar novos indícios ao sul do local onde Benito Flores desapareceu, já que a forte corrente pode ter deslocado seu corpo.

Até o momento, o único vestígio de um possível resgate do corpo foi o suposto avistamento de um "corpo" flutuante duas milhas ao norte do Guadalupe Dunes Park. Entretanto, os objetos não passariam de bóias de pesca.

Fonte: Christian Post
Familiares relataram que quatro homens invadiram célula de igreja e mataram Jefferson com oito tiros nas costas

Manaus - O carpinteiro Jefferson Pytter Costa da Silva, 22, foi executado com oito tiros nas costas, quando participava de um culto evangélico´, em uma casa no bairro Monte das Oliveiras, zona norte de Manaus. A informação é da irmã da vítima, Isabela Karoline, 23. Segundo ela, os assassinos se identificaram como policiais militares.

O crime ocorreu por volta das 19h40, da última quarta-feira, no Beco Euripedes. Isabela contou que Jefferson havia sido convidado a participar de um culto, em uma casa, que funciona como célula de uma igreja evangélica. O rapaz tentava largar o vício em drogas e pediu ajuda de amigos da comunidade, que tentavam convertê-lo na religião evangélica.

“Havia 20 pessoas dentro da casa, entre adultos e crianças, quando quatro homens entraram, se identificando como policiais, mandaram meu irmão deitar no chão e atiraram nas costas dele”, contou Karoline, à polícia.
Segundo ela, no local do crime, foram feitos 30 disparos, mas somente oito tiros atingiram o carpinteiro.

“De vez em quando, ele estava indo para igreja. Meu irmão já tinha sido preso, mas queria sair desas vida. Acreditamos que ele não foi assassinado por causa da droga. Fizeram tudo isso com ele por outro motivo, mas não sabemos ao certo”, afirmou.

O delegado adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Gerson Oliveira, explicou que a polícia investiga as hipóteses de vingança e acerto de contas, por causa do suposto envolvimento dele com o tráfico de drogas. No site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), consta que Jefferson foi preso em agosto de 2012, por tráfico.

“Jefferson é citado em quatro inquéritos policiais, que investigam crimes de homicídio, ocorridos no bairro Monte das Oliveiras. A suspeita é que ele tenha sido morto por vingança. Pedi que os investigadores levantassem essa situação. Esta é, até o momento, a hipótese mais forte”, afirmou o delegado.

Sem provas

Ele destacou que, no local do crime, a polícia não encontrou provas que levam à suspeita do envolvimento de policiais no crime. “As capsulas das balas recolhidas na casa não são de armas da polícia. Além disso, os familiares nos deram alguns nomes de suspeitos do crime. Mesmo assim, vamos investigar esta suspeita”, ressaltou.

O corpo de Jefferson foi velado em uma igreja no Monte das Oliveiras. Até o fechamento desta edição, os quatro suspeitos não tinham sido identificados pela polícia. “Tudo que eu quero é justiça. Meu filho não merecia morrer dessa forma”, lamentou a mãe da vítima, a vendedora Izanira Galdino, 44.

Fonte: D24AM
Um pastor do Oklahoma, centro oeste dos EUA, declarou recentemente que foi o responsável por grandes inundações em 2007, de forma inadvertida, ao pedir por chuva em suas orações por conta da longa seca que a região vivia na época.

Segundo o pastor John Benefiel, suas súplicas entraram em conflito com um encosto demoníaco, a partir de uma sentença de esconjuro para removê-lo, quando passou a trazer intermináveis chuvas, entre fevereiro e junho de 2007, para os estados do Oklahoma e do Texas.

Pelo que a teologia de Benefiel determina, o encosto que atacou com as chuvas é o espírito maligno Baal, o príncipe dos demônios e uma "falsificação de Jesus", que tenta dominar os EUA e também grande parte do mundo, desde quando os antigos egípcios o estabeleceram a terra ao Baal.

Em uma longa jornada, Benefiel então realizou diversos exorcismos em diferentes locais do país para remover o que ele afirma ser o domínio de Baal. Além do Oklahoma, ele conta que o resultado foi imediato quando realizou as cerimônias no Missouri, Texas e Kansas.

As inundações causaram vários danos, ao destruir milhares de casas e empresas, além de matar ao menos 22 pessoas, situação contornada pelo esconjuro, segundo Benefiel, que também teria blindado o Oklahoma contra os efeitos da recessão econômica de 2008.

"Desde aquele momento, o caminho do Senhor nos trouxe uma jornada incrível que nos conduz a ficar mais perto de enxergar todo o Oklahoma, o coração e toda a terra do homem vermelho totalmente salvo e transformados. Conforme o Senhor continua a nos mostrar como ver Sua vontade cumprida aqui na terra como no céu, nós convidamos você a se juntar a nós nesta aventura verdadeiramente maravilhosa", diz ele.

Para completar, Benefiel revela que o Baal também está por trás de diversas questões controversas como a perversão sexual, a homossexualidade, os vampiros e o movimento gótico, a "cultura da morte", e a bruxaria e espíritos ocultos.

Fonte: Christian Post
Um comunicado da Aliança Evangélica Mundial (WEA, para o seu Inglês), o secretário-geral da organização, Geoff Tunnicliffe, se reuniu com representantes do Governo de Israel e da Palestina, para exortá-los a conceder o reconhecimento oficial a igrejas evangélicas.

Tunnicliffe, também participou na conferência "Cristo no Checkpoint", que foi organizado pela "Belém Bible College" em Belém, onde ele falou sobre a importância da construção da paz.

"Enquanto os cristãos em Israel e na Palestina são livres para adorar ainda existem alguns grandes injustiças que precisam de uma ação corretiva", disse Tunnicliffe em seu discurso. "Os cristãos evangélicos têm habitado esta terra por muitos anos e ainda as suas igrejas não têm reconhecimento oficial por parte do Estado. 'S além do tempo que este reconhecimento é concedido."

Hoje, as igrejas evangélicas não gozam de alguns direitos básicos como casamento, enterro e outros assuntos religiosos.

"Peço ao governo de Israel ea Autoridade Palestina para conceder este prêmio", disse Tunnicliffe. "Esta não é apenas uma chamada de justiça e democracia, mas também irá criar um contexto mais estável. Cristãos evangélicos nesta região dar um contributo para a construção de uma comunidade próspera e florescente. Tratá-los como cidadãos de terceira classe não poderes para atingir esse objetivo comum, ou mesmo ficar em terra. "

Após a conferência, Tunnicliffe teve reuniões muito construtivas com altos dirigentes do Ministério das Relações Exteriores israelense. Além disso, outros funcionários do governo, acadêmicos e rabinos judeus, e primeiro-ministro palestino, com quem discutiu o reconhecimento dos evangélicos na Terra Santa.

Durante sua visita, ele também se reuniu com os líderes da Aliança Evangélica de Israel e do Conselho de Igrejas Evangélicas locais na Terra Santa.

Fonte: Entre Cristianos
Durante dezenas de ano, especialmente na época da chamada Guerra Fria, missionários evangélicos foram acusados de ser “agentes da CIA” por diferentes países.

O assunto parecia esquecido até que a Coreia do Norte prendeu e depois extraditou o missionário australiano John Short, acusado de conspirar para derrubar o presidente, enquanto ainda mantém preso o missionário americano Kenneth Bae. Ambos são acusados de serem “espiões”.

Tony Campolo, um líder evangélico progressista que foi conselheiro espiritual do ex-presidente Bill Clinton, acabou aumentando a controvérsia em uma entrevista recente. “Os missionários americanos são muito próximos da CIA”, afirmou ele ao site RedLetterChristians.org. Campolo é atualmente professor de sociologia na Eastern University e presidente da Associação Evangélica para a Promoção da Educação.

“Muitas vezes, quando missionários voltam ao país depois de algum tempo fora, se estavam trabalhando em lugares como Paquistão ou Afeganistão, a CIA os chama… esses missionários vão até Washington e são interrogados: Quem são os líderes nas aldeias onde você estava trabalhando? Qual foi a atitude das pessoas nas igrejas em relação aos Estados Unidos?”

O ministério de Campolo patrocina programas de serviço cristão no Haiti, na República Dominicana, além de vários países da África. Para ele, é injustificável que as Nações Unidas ainda não tenham reconhecido as atrocidades cometidas contra cristãos na Coreia do Norte, apesar de ampla cobertura da imprensa. Para o líder evangélico, os laços com a CIA atrapalham o trabalho de missionários em muitos países.

O pastor brasileiro Fausto Vasconcelos, atual diretor de evangelismo da Aliança Batista Mundial disse em uma entrevista recente que se lembra de especulações na década de 1960 sobre se missionários batistas americanos trabalhavam para a CIA no Brasil.

Somente em 1975, o ex-presidente Gerald Ford admitiu publicamente que a CIA tinha usado missionários como agentes. Os rumores continuaram até o início da década de 1980, quando o presidente da Junta de Missões Batistas enviou uma carta aberta ao então diretor da CIA, William Casey, afirmando que as tentativas da agência de recrutar missionários como informantes podia “colocar em risco as suas vidas, bem como impedir seu trabalho em vários países.”

Com o fim da “Guerra Fria” e o colapso da antiga União Soviética, no início dos anos 1990, o assunto só voltou à tona em 2005, quando o ex-presidente, Hugo Chávez, expulsou missionários da Novas Tribos que trabalhavam na Venezuela, alegando que o grupo tinha ligações com a CIA.

As afirmações de Campolo surpreenderam a muitos líderes na área de missões, que negam qualquer envolvimento político. Jim Smith, atual coordenador de missões mundiais para a Aliança Batista Mundial afirmou que o foco do trabalho missionário tem sido se aproximar e ajudar os pobres e marginalizados e que não tem conhecimento de qualquer envolvimento com trabalho de espionagem. O governo dos EUA não se pronunciou sobre o assunto. Com informações ABP News.

Fonte: Gospel Prime