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Neste sábado, cerca de 200 pessoas realizaram um protesto contra o pastor Marco Feliciano, que preside a comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).

A manifestação ocorreu na frente do Ginásio Poliesportivo em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do sul, onde o pastor e deputado do PSC realizaria uma palestra para o Encontro Interdenominacional de Missões Culturais.

Os manifestantes seguravam faixas e gritos de ordem pedindo renúncia de Feliciano da CDHM. Eles caminharam pelas principais ruas da cidade até chegar ao lugar do evento religioso.

A manifestação foi pacífica não havendo nenhuma ocorrência de violência durante o evento. Entretanto, um esquema de segurança com viaturas, polícia e a Guarda Municipal foram acionados e preparados pela Brigada Militar.

O evento religioso, da qual o deputado participou como pastor, foi realizado pela Igreja Evangélica Pentecostal Ebenézer Conservadora no município. O evento aconteceu no sábado, estendendo-se até o domingo.

Marco Feliciano se tornou alvo de protestos depois que assumiu a presidência da CDHM. Grupos, principalmente da causa LGBT, fizeram constantes protestos para pedir a saída do deputado da Comissão.

Marco Feliciano gerou grande desconforto aos ativistas LGBT e outros grupos políticos, por sua postura forte contra o casamento homossexual, aborto, e outros temas e projetos que possam ferir os princípios bíblicos.

Ele foi considerado homofóbico devido às suas declarações contra o homossexualismo e racista por uma interpretação bíblica de descendentes amaldiçoados de Noé e sua relação com o continente africano.

Marco Feliciano nega ser homofóbico e critica os ativistas gays e certas facções da mídia por querer criminalizar sua opinião e fazer perseguição religiosa.

Fonte: Christian Post
Sl 67:2  “Para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações”.
Mt 5.16 “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”
Dt 15:7; Sl 146:7-9; Pv 19:17

INTRODUÇÃO:

  O Projeto Inicial de Deus
“No princípio criou Deus os céu e a terra”.
Deus é Deus, do céu e da terra, e na criação faz tudo apartir da terra e do céu.
Gn 2:7 O nome que Deus deu ao homem, “Adão”, vem do termo hb “Adam” que significa homem e tem a mesma raiz da palavra “Adamah”, que significa terra.
O homem recebeu de Deus a responsabilidade de cuidar da terra (Gn 2.15)
A humanidade criada foi dada a delegação de “senhorear” o universo – Gn 1:28
A COMUNHÃO NA IGREJA HOJE (Hb 10:19-25) Por Pr. Lindon Carlos

“Não deixando de congregar-nos, como é costume de alguns, mas admoestemo-nos uns aos outros, e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. (v. 25)
“Não abandonemos, como alguns estão fazendo,  o costume de assistir as nossas reuniões. Ao contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês vêem que o Dia do Senhor está chegando”. (v.25 LH)
CRISTIANISMO BÁSICO
Retiro de Carnaval 2011

“Como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão. Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.”
(Colossenses 2:6-8)

Neste, o 30º retiro de carnaval Verdes Pastos da ACEV, estaremos tratando de cristianismo básico – as bases – os alicerces – as raízes da nossa fé Cristã.
Leandro Silva*

Não é de hoje a constatação da forte presença da igreja nos bairros mais empobrecidos. Das favelas do Rio de Janeiro as comunidades urbanas do Nordeste, extrema pobreza, violência e injustiça convivem lado a lado com a profusão de templos.
Oficializado no dia 22 de agosto de 1968, o bairro de Felipe Camarão na região oeste da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, é um exemplo dessa realidade. Segundo o censo de 2000, a população do bairro está calculada em 45.907 habitantes, mas as estimativas são de que já existam cerca de 72 mil pessoas, vivendo em uma área de 663,4 ha . São 10.782 domicílios, sendo que 1.227 são moradias construídas em área de risco (Censo 2000); 31,39% dos moradores sobrevivem com um salário mínimo, 41,08% recebem até três salários, 12,82% não têm renda alguma. A média dos rendimentos mensal é de 1/3 da média da cidade o que significa R$ 327,00 por família. 29,82% da população é formada por jovens; 35,4% está faixa etária de 0 a 14 anos; Apenas 11,81% da população terminou o Ensino Médio.

Ortega y Gasset, filósofo espanhol, disse: "Eu sou eu nas minhas circunstâncias." Se ele está certo, a salvação de um ser humano deve passar, “conditio sine qua non” pelo resgate de seu contexto. Ou seja, a salvação da pessoa importa, necessariamente, no câmbio de seu ambiente. Essa dimensão para a salvação está presente no conceito cristão de salvação.
Tal proposição está refletida no que me parece ser o significado mais profundo da oração: "Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu." A salvação do ser humano e de todas as demais criaturas não se completará enquanto o ambiente não for renovado.
Para a fé cristã, um ser humano salvo é alguém que foi arrancado do inferno e teve o inferno arrancado dele, o que significa que triunfou sobre suas fraquezas, vícios, pecados e traumas; foi transformado em alguém semelhante a Jesus de Nazaré, em quem vimos Deus como é e o ser humano como o deve ser, tendo os seus dons e talentos desenvolvidos, e onde exercitá-los com plena liberdade; é plenamente comunitário; desfruta de todos os direitos humanos em todas as áreas: espiritual, psicológica, econômico-financeira, educacional, profissional, social e política. Assim, salvação é ação social no sentido mais profundo porque é o resgate do ser e de suas circunstâncias.
Por onde Deus começou o que chamamos de salvação?
Quando a raça humana rompeu com Deus, rompeu consigo mesma, uma vez que "nele vivemos, e nos movemos, e existimos" (At 17.28) pois, perdeu o "locus" da existência e o direito à mesma. Quando fomos criados o Criador, por coerência, estava moralmente comprometido com a nossa sobrevivência, porém, quando o deixamos, devolvemos-lhe o privilégio à vida. Então, por que continuamos nela? Só o pode ser por desejo do Senhor. 
Seria o desejo do Altíssimo de criar, entretanto, motivo suficiente para infringir o princípio da justiça quebrado, por nós, em nosso ato de rebelião? Não, o seu caráter não o permitiria, logo, algo foi providenciado: "Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram,  mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós."  (1 Pe 1.18-20). O sacrifício do Cristo foi a providência! E aconteceu antes da fundação do mundo.
A Trindade sabia o tempo todo do passo que daríamos, e foi em frente mesmo assim. A criação foi uma ação social, uma vez que a existência de tudo deve-se à insistência divina em criar o que precisaria de salvação. A graça deflagrada a partir do sacrifício prévio, e, que é comum a todos os homens, não só permitiu a nossa criação, como impediu que fossemos dominados pela maldade, inerente ao estado de ruptura com Deus inaugurado por nós, mantendo-nos, assim, na existência, emprestando-nos a bondade de Deus e concedendo-nos prazer de viver:  "O qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria." (At 14.16,17). O que explica a presença de atributos divinos - como: amor, amizade, senso do belo, senso de justiça - em pessoas que nem consideram Deus.  A graça tornou possível a criação e a restauração de todas as coisas, e a irrupção do novo céu e da nova terra, onde a justiça habitará. A graça é Deus em ação social!
Ação social é o movimento em favor do resgate da dignidade do ser humano, o que implica, necessariamente, no câmbio das circunstâncias onde o ser humano é. Uma ação social conseqüente levará à instituição de um estado de bem-estar para todos. Para além da transformação espiritual da pessoa, fruto do encontro com o Cristo, e que é ato pessoal, inalienável e intransferível. Deus é o patrono disso.
Fonte: Irmãos