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 1. Em hipótese alguma associarei o nome de Cristo à candidatura de quem quer que seja. É falso profeta quem se considera um Samuel tupiniquim chamado por Deus para ungir o Davi dos trópicos: “E o SENHOR disse a Samuel: Levante-se e unja-o, pois este é ele”. Quem recebeu esse mandato da parte de Deus?

2. A ética cristã tem sérias objeções a fazer às condutas dos dois candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto.
3. Preferi, em nome do bem comum, sujar as mãos nessas eleições, expressando minhas convicções políticas e teológicas, a passar pelo cristão neutro, que mantém-se distante de tudo, para covardemente ficar bem com todos;
4. Estou entre os opositores do governo Bolsonaro que estão certos de que o Mensalão e os escândalos de corrupção da Petrobras são fatos históricos, indiscutíveis e vergonhosos, que mancham a história do Partido dos Trabalhadores;
5. Se o ex-presidente Lula ganhar as eleições, não deixarei de organizar manifestações públicas contra o seu governo caso ele atente contra os interesses do povo brasileiro. Estou disposto a fazer o mesmo que fiz no passado, quando fui às ruas protestar contra os erros injustificáveis dos governos Lula e Dilma;
6. Negar as conquistas sociais do governo Lula significa rejeitar fatos históricos. Vai dizer, por exemplo, no sertão do nordeste que nada mudou na vida do sertanejo durante a gestão petista;
7. Dar apoio incondicional, acrítico, efusivo, ao candidato da sua preferência é irracional, tolo, perigoso, desonesto, mesquinho, covarde. Vejo esse erro em não poucos petistas e em quase todos os bolsonaristas;
8. Farei o que estiver ao meu alcance para pacificar as ruas, garantir o resultado das urnas e respeitar a escolha do povo;
9. Continuarei firme na minha decisão de não me filiar a partido, associar-me a político profissional e receber qualquer espécie de benéfico em troca do meu apoio a candidato;
10. Estou absolutamente certo de que a grande meta do presente momento da nossa história é não permitir democraticamente que Bolsonaro seja reeleito.




Martinho Lutero acreditava que, ao lado da teologia, a música era a forma mais elevada de adoração. E por séculos, o canto congregacional tem sido uma parte proeminente dos cultos da igreja.

“Um dom de Deus a ser nutrido e usado pelo homem para seu deleite e edificação, como meio de louvar o Criador e como veículo para a proclamação da Palavra de Deus”, dizia Lutero.

No entanto, muitas igrejas, infelizmente, não estão mais priorizando o canto congregacional como parte dos cultos hoje.

Em um mundo em conflito com a religião organizada em declínio, é imperativo que as igrejas restaurem um dos princípios favoritos de Martinho Lutero: o canto congregacional. Nossa responsabilidade como crentes em Deus é cantar juntos.

Ao longo das Escrituras, a ordem de cantar é dada ao povo de Deus mais de 400 vezes. Efésios 5:19 instrui os crentes a se dirigirem uns aos outros em “salmos, hinos e cânticos espirituais”.

Somos espiritualmente renovados, realinhados e santificados cantando ao Senhor e cantando uns aos outros como o corpo de Cristo.

No entanto, os números de hoje são reveladores: em 1998, 54% das igrejas nos Estados Unidos tinham um coral, de acordo com o National Congregations Study. Apenas 20 anos depois, a porcentagem de coros diminuiu para apenas 42% das congregações – uma queda de 12%.

As grandes igrejas evangélicas, principalmente, lideraram a tendência: passaram de dois terços (69%) com coros em 1998 para pouco mais de um terço (36%) em 2018. No lugar dos coros, que costumam servir de catalisador para a educação musical e a promoção do canto entre todas as idades, muitas igrejas optaram por ter músicos treinados se apresentando em um palco enquanto os fiéis ouvem em vez de cantar junto.

Outra grande razão pela qual uma congregação pode não estar envolvida com o canto é um pastor sênior que simplesmente não gosta disso. C. S. Lewis acreditava que cantar não apenas completa nossa fé, mas também é um ato que deve ser apreciado.

Em seu livro Reflexões sobre os Salmos ele escreveu:

“Acho que nos deleitamos em elogiar o que gostamos porque o elogio não apenas expressa, mas completa o prazer; é a sua consumação designada”.

Acredito que esse conceito também é o motivo pelo qual muitos de nossos heróis espirituais, como Martinho Lutero, Charles Spurgeon, JC Ryle e Philip Schaff, produziram hinários além de pregar e ensinar.
Outros, incluindo Richard Baxter e João Calvino, escreveram seus próprios hinos. Os pastores hoje têm a responsabilidade de modelar e demonstrar a importância do canto; eles devem se deliciar com o canto de sua congregação e participar com alegria e autenticidade.

Outras razões pelas quais o canto congregacional está em declínio são o uso de apresentações multimídia pelas igrejas que substituem o canto; menos pessoas frequentando a igreja pessoalmente (o canto congregacional praticamente não é o mesmo); assim como a seleção de músicas que não são inspiradoras.

O fato é que grandes canções resistiram ao teste do tempo. Eles foram transmitidos por gerações e devemos passá-los para nossos filhos. Reúna qualquer grupo de cristãos e praticamente todos podem cantar Amazing Grace (“Maravilhosa Graça”) com confiança e paixão.

Somos atraídos para cantar boa música, assim como somos atraídos para admirar uma bela pintura. Os pastores devem escolher a música que irá inspirar aqueles que a cantam.

À medida que nos reunimos em igrejas novamente, em meio à divisão e após uma pandemia devastadora, as igrejas em todo o mundo têm uma oportunidade incomparável de redefinir o canto congregacional, restaurar nossa esperança e reunir a Igreja na adoração centrada em Cristo.

E por causa de nosso próprio testemunho, agora é o momento perfeito para nos reunirmos como povo de Deus para cantar e proclamar a todas as nações que nossa esperança é encontrada somente em Cristo.

*Artigo do premiado compositor Keith Getty, originalmente publicado no portal The Christian Post.

Fonte: Gospel+


Tornou-se comum vermos crianças com total liberdade para usar celulares. Para nossa tristeza, muitos pais dão aos seus pequenos smartphones com acesso livre tanto ao YouTube ou mesmo TikTok.

Alguns tem a cara de pau em dizer que fazem isso, porque assim a criança sossega e não lhes dá trabalho. Ora, essa afirmação por si só é um acinte, um disparate, não é mesmo?

Talvez os pais não saibam, mas entregar as crianças a esse “maledito” mundo virtual pode trazer alguns problemas. Senão, vejamos:

1. Contato com o erotismo, o que contribui para a descoberta do sexo antes do tempo.

2. Problemas relacionados ao sedentarismo.

3. Problemas relacionados ao sono.

4. Problemas relacionados às relações interpessoais, em que contatos no mundo real deixam de existir.

5. Isolamento familiar.

6. Superexposição ao mundo virtual e vulnerabilidade ao homem mau e suas perversidades.

Isto posto, aconselho aos pais a não deixarem seus filhos terem acesso a smartphones e seus nefastos aplicativos antes dos 13 anos de idade.

Mas talvez você esteja dizendo: “A escola hoje usa demais a tecnologia, o que fazer então?”. A estes respondo: quando a escola exigir o uso de tablets, smartphones e etc., é dever seu acompanhar e supervisionar o uso desses aparelhos proporcionando assim proteção aos seus filhos.

Pense nisso!

Fonte: Pleno News

A difusão do funk no meio gospel, como um estilo de música para embalar letras de adoração ou evangelismo, tem atraído a atenção da mídia e revelado personagens do segmento que ascendem através do ritmo.

Associado aos bailes nos morros e às letras que majoritariamente, falam de sexo e do cotidiano na favela, o funk carioca, ou pancadão – como é conhecido em diversas regiões do Brasil, vem se tornando presente no meio gospel.

A Revista de História publicou matéria com personagens que, quando passam a fazer parte de uma igreja, não abandonam o funk como profissão, mas tornam-se funkeiros gospel.

Entre os exemplos citados pela reportagem, está o Culto dos Funkeiros, mantido pelo Projeto Vida Nova de Irajá, do apóstolo Ezequiel Teixeira. O evento conta com a participação de LC Satrianny, Adriano Gospel Funk, Tonzão, Rodrigo Maneiro, Dj Marcelo Araújo, entre outros.

LC, que significa Levita de Cristo, substituiu MC (Mestre de Cerimnônias) do ex-integrante da equipe Furacão 2000, maior produtora de bailes funk do Rio de Janeiro. “O Espírito Santo trata com cada um de uma maneira. Comigo, foi assim: eu aceitei Jesus após passar por problemas seríssimos de ordem financeira, emocional. Tudo o que eu tinha acabou. Eu só queria ter um trabalho, formar uma família. Mas Ele tinha outros planos para mim, depois de um ano na igreja, veio a oportunidade de voltar a cantar funk”, revela o membro da Igreja Assembleia de Deus Vida Plena, em Bonsucesso.

Segundo Satrianny, o estereótipo é algo que não importa para Deus, e a transformação na vida de quem vai a eventos como o Culto dos Funkeiros é o que deve ser ressaltado: “Muitas vezes os jovens acham que para se converter, têm que ficar de terno. Se for para ficar de terno, vai ficar, mas pode usar um boné, tênis da moda, usa cordãozinho, tudo normal. Porque isso aí é mais para a sociedade ver. Quando Deus olha para nós, não está preocupado com isso. Eu costumo dizer que você pode se modernizar sem se mundanizar”, diz, convicto.

A opinião do funkeiro é partilhada por Marconi Oliveira, líder da Juventude do Projeto Vida Nova de Irajá: “Nossa missão é resgatar vidas que não conhecem Jesus e trazê-las para esse caminho. Porque falamos isso de experiências próprias. Muitos de nós vivíamos nessa condição, de uma falsa felicidade. Curtimos funk, pagode, mas quando a gente chegava em casa, o vazio voltava. E temos a oportunidade de conhecer esse Jesus maravilhoso. Que nos consola, nos dá esperança e a vida acaba melhorando”.

Eventos como o mencionado acima fazem parte de um mercado que movimenta R$ 12 bilhões, e que deve continuar crescendo, ante o crescimento da população evangélica, registrado pelo IBGE no Censo de 2010.

Fonte: Gospel+
Faltando apenas três dias para o suposto fim do mundo, em 21 de dezembro, grupos que acreditam fielmente em uma possível catástrofe se preparam para o dia final do planeta terra.

Fim do mundo

O pastor explica que chegará “sem dúvida” o período de Grande Tribulação, mas que mesmo neste tempo, o fim do mundo ainda não acontecerá.Para o pastor e teólogo Ciro Sanches Zibordi, comentando sobre o tema ‘fim do mundo’ em seu blog, “à luz das Escrituras, não há motivo para nos preocuparmos com o fim do mundo”.

No entanto, é possível observar que em vários países, assim como no Brasil, comunidades se preparando para o apocalipse.

Em Porto Velho (RO), um grupo de vinte pessoas, liderados por uma suposta vidente, Eunice Coelho, armazena livros, água, alimentos, remédios e roupas de frio.

Apesar de Eunice dizer que não se pode prever ao certo o dia final, os produtos que compõem uma extensa lista de itens de sobrevivência, já estão estocados em um abrigo secreto, localizado na área rural da cidade numa preparação para o dia "D".

Segundo o pastor Ciro, após o período de tribulação “será estabelecido o Milênio (Ap 20.1-10)”. O pastor ainda afirma que somente depois do período de mil anos de paz, em que a Igreja reinará com Cristo, o mundo chegará ao fim.

“Segundo a Palavra profética, ‘os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nelas há, se queimarão (2 Pe 3.10)’, dando lugar a um novo céu e uma nova terra (Ap 21.1)”.

Ciro comenta que os servos do Senhor não precisam se preocupar com o fim. “Afinal, se Jesus viesse buscar a sua Igreja hoje, o mundo só acabaria daqui a 1.007 anos!”

Ele explica que o fim do mundo, propriamente dito, ocorrerá somente depois de vários eventos escatológicos previstos nas Escrituras: "o Arrebatamento da Igreja, o Tribunal de Cristo, as Bodas do Cordeiro, a Grande Tribulação, a batalha do Armagedom, o Milênio, a última revolta de Satanás e o Juízo Final".

No entanto, ao citar uma passagem bíblica em Mateus 24 ('Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos'), o pastor alerta que, nos dias que antecedem o Arrebatamento da Igreja, aumentará o número de enganadores e de seguidores do erro, inclusive entre os cristãos.

Ciro exorta que os cristãos estejam atentos aos acontecimentos mencionados mencionados na Bíblia, aguardando o retorno de Jesus.

"Mas a Noiva já está pronta! Os salvos, preparados, estão fazendo a última oração da Bíblia: 'Ora, vem, Senhor Jesus' (Ap 22.20)".
Fonte: Christian Post





Barack Obama é chamado de anticristo por manifestante e responde: “Jesus Cristo é o Senhor”. Assista
Durante um evento para levantar doações, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama estava pronto para discursar na House of Blues, em Los Angeles, quando gritos que vinham da platéia o interromperam. Um homem passou a gritar palavras de ordem: “o Deus cristão é o único e o verdadeiro Deus vivo! O criador do Céu e do Universo! Jesus Cristo é Deus! Jesus Cristo é Deus! Jesus Cristo é Deus! Tu és o anticristo!”, referindo-se a Obama. Rapidamente os seguranças o escoltaram para fora do salão. Toda a imprensa norte americana, que após o episódio apelidou o homem de “provocador”, noticiou o fato.



Nós assinamos esta declaração contra a Privatização dos correios, que visa à venda da empresa pública com maior número de trabalhadores do Brasil, onde esses milhares de trabalhadores correriam o risco de perder seu “Pão de cada dia”. Este absurdo já foi votada e aprovada na câmara e no senado, bastando que seja apenas sancionada pela presidente da republica Dilma Rousseff.

>>Vamos juntos votar e fazer nossa parte>>>>



O texto seria uma resposta ao polêmico pastor Ricardo Gondim que recentemente publicou um texto com o título “Que Deus nos livre de um país evangélico”.

Open in new windowO bispo Anglicano Robinson Cavalcanti escreveu um texto agradecendo a Deus por ele não ter livrado o Brasil dos imigrantes que trouxeram o evangelho até nós.

Ele fala também sobre os problemas sociais que temos no país e que acredita que o Brasil seria melhor “com uma Igreja madura que, sem fugas alienantes, adesismos antiéticos ou tentações teocráticas, possa “salgar” e “iluminar” com os valores do Reino.”