Cinco muçulmanos sequestraram e violentaram uma jovem cristã depois de ameaçar matá-la a menos que seu pai permitisse que ela se casasse com um deles.

Lazarus Masih disse que uma de suas três filhas foi sequestrada no dia 29 de maio por cinco homens identificados apenas como Guddu, Kamran, Wagas, Adil e Ali.

A polícia a encontrou no dia 6 de junho em uma invasão à casa onde ela estava sendo mantida como refém. Os suspeitos conseguiram fugir.

“Eles disseram que se eu não casasse minha filha com Guddu, eles a matariam”, conta Lazarus. “Um deles disse: ‘Nós frequentamos reuniões muçulmanas, e o líder disse que se alguém se casar ou violentar uma jovem não muçulmana, receberá 70 virgens quando chegar ao céu’.”

Lazarus conta que quando ele e sua esposa voltaram para casa às 11h no dia 29 de maio, a jovem de 14 anos não estava em casa; as outras duas estavam na escola e não sabiam o que havia acontecido com a irmã.

Enquanto a família procurava pela menina, eles souberam por Yousaf Masih, cunhado de Lazarus, que cinco homens estavam seguindo a jovem naquela manhã.

“Por volta das 7h30min, vi que a jovem e uma amiga estavam conversando, e cinco homens muçulmanos as seguiam.”

Os familiares disseram que os suspeitos a levaram para uma casa, onde a drogaram e a deixaram inconsciente, e a violentaram. Um relatório médico confirmou essas informações.

Lazarus Masih, que mora com suas filhas e esposa em Mohalla Raja Sultan, Rawalpindi, registrou um boletim de ocorrência contra os cinco homens. Guddu, Kamran e Waqas são usuários e traficantes de drogas.

Ele também entrou em contato com a organização Ephlal Ministry (Ministério Eflal – 1 Crônicas 2.37) que, juntamente com representantes da Life for All e Peace Paquistão, se encontraram com o chefe de polícia Mazhar Hussain Minhas, e pediram ações imediatas para que a menina fosse solta.

“Esse incidente é muito triste, e faremos o que for preciso para recuperar a jovem”, disse o chefe de polícia.

Os familiares disseram que a garota está muito assustada e não fala com ninguém.

“É uma vergonha que os líderes religiosos ensinem atos desumanos como esse”, conta o reverendo John Gill. “Esse incidente arruinou a vida de uma jovem”.

Fonte: Portas Abertas
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Eginoaldo

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