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Em 2004 foi lançado o filme “A Paixão de Cristo”, de longe a me­lhor produção sobre Jesus Cristo no cinema. Sua fidelidade ao que dizem os quatro Evan­gelhos, a ousadia de se recriar os diálogos nas línguas que eram faladas à época e o (hiper)realismo das cenas são de um valor ímpar na história da indústria cinematográfica.

No entanto, apesar da excelente qualidade, a polêmica em torno da película foi ainda maior: de um lado, acusações de antissemitismo ao diretor e roteirista Mel Gibson; por outro, reclamações da crítica especializada afirmando que o filme era “demasiado violento”.

De fato, há bastante exposição de cenas sangrentas, mas, naquele mesmo ano, essa mesma crítica teceu todos os elogios possíveis à primeira parte da saga “Kill Bill”, de Quentin Tarantino. Fiquei bastante intrigado à época (eu cursava meu primeiro ano de jornalismo): “Como é possível elogiar ‘Kill Bill’ e pichar ‘A Paixão de Cristo’ pelo mesmo motivo?”.

Muito bem. Fui assistir “Noé” logo de sua estreia: antes mesmos de ver a repercussão do filme no Brasil (onde mais causou danos as declarações de Russell Crowe acerca dos aeroportos e do trânsito do país) e ao redor do planeta, fiquei interessado pela obra por dois motivos principais: o conteúdo nela abordado e quem a dirigia.

Darren Aronofsky é um dos maiores diretores do cinema mundial: em comum nos seus filmes, vários aspectos técnicos, mas um ponto principal: o constante questionamento dos valores e objetivos da vida.

Mesmo com temas variados, todas suas produções convergem para uma visão, digamos, apocalíptica do ser humano: apontam suas mazelas (“Ré­quiem”), sua decadência (“O Lutador”), sua busca pela perfeição (“Cisne Negro”), pela compreensão do mundo (“Pi”) e da morte (“Fonte da Vida”). Tendo em vista esse histórico, ninguém deveria se dizer surpreso ao ver o tipo de abordagem presente em “Noé”.

No roteiro, adaptado dos dez capítulos iniciais do livro de “Gênesis” (o primeiro do Velho Testamento, chamado “Tanakh” pelos judeus), há de fato algumas diferenças substanciais com os textos canônicos.

Em alguns casos, trata-se da livre interpretação daquilo que não está dito (a reunião da família em meio à arca durante a tempestade, por exemplo). Já em outros, há a chamada “licença poética”, ou uma interpretação peculiar de algo que fora descrito de outra maneira (caso dos Guardiães).

Por fim, há de fato algumas inversões temporais — coisas que teriam acontecido depois, conforme a Bíblia, no filme sucedem antes, como a embriaguez de Noé — e até mesmo mudanças pontuais em personagens (a narrativa bíblica não conta nada sobre a gravidez da esposa de Sem, nem relata que Cam e Jafé fossem tão jovens e solteiros).

Nada disso, entretanto, diminui o valor do filme. Porém, como aconteceu com a obra de Mel Gibson dez anos atrás, a mais recente produção de Darren Aronofsky também gerou dois tipos distintos de crítica e desagradou a diferentes grupos.

O primeiro grande problema também se deu com comunidades de países do Oriente Médio, estados islâmicos: no Kuwait, no Qatar, nos Emirados Árabes e no Bahrein a produção foi proibida de ser exibida antes mesmo de sua estreia. A justificativa para tal: a representação de Noé e a trama exibida são contrárias às leis islâmicas, que proíbem a retratação de profetas.

A outra polêmica, que se alinha àquela das reclamações sobre a “violência excessiva” presente na representação da Paixão de Cristo, acontece em razão de alguns momentos pontuais da trama que causam um grande impacto e suscitam questionamentos não apenas ao filme, mas à história que o inspira.

Não falo dos que buscam ridicularizar as narrativas da Criação do Homem, do Dilúvio e do (re)povoamento da Terra: isso é papo pra outra hora. Refiro-me a um dos maiores clichês de todos os tempos, que tornou a ser repetido após a exibição do filme: “Que Deus é esse que mata e manda matar?”, ouvi mais de uma vez.

Ainda que não tenha sido inspirada diretamente na Bíblia, na mais chocante sequência do filme o personagem Noé emula outra passagem vetero-testamentária: Abraão e Isaac. Trata-se da mais perfeita tradução dos conflitos inerentes à fé.

Dez anos depois, talvez eu tenha encontrado a resposta àquela pergunta que tanto me incomodou ao ler as críticas à “Paixão de Cristo”: As obras de Tarantino (ou algum desses blockbusters de ação, principalmente aqueles que combinem “bem x mal”, destruição e vingança) não causam exclamações de horror à violência por um simples motivo: mais do que serem apenas ficção, em nenhum momento se atrevem a dizer que “a culpa também é sua”.

Em tempos no qual é cada vez mais frequente ver gente sendo amarrada em postes e outros milhões aplaudindo, se nos recusamos a confiar no Jesus de Mel Gibson talvez só nos reste esperar pelo Noé de Darren Aronofsky.

Fonte: Jornal Opção
Para evitar mais controvérsias, os produtores do filme Son Of God, baseado na minissérie de sucessointernacional A Bíblia, decidiram cortar do longa a participação do ator marroquino Mohamen Mehdi Ouazanni, que interpretou o diabo na série. 

Segundo o site The Hollywood Reporter, o motivo do corte foi o burburinho causado no ano passado pela semelhança física entre Ouazanni e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Para alguns, a escolha do ator teria uma mensagem política escondida. Porém, seus criadores Roma Downey e Mark Burnett afirmaram que a semelhança não passava de uma coincidência e que ambos apoiavam Obama.

“Alguém fez uma comparação do ator com nosso presidente e, no dia seguinte, quando achei que todos estariam falando sobre Jesus, a imprensa só falava sobre satã. Para o filme, eu quero que o foco seja todo em Jesus”, conta a produtora Roma, que também interpreta Maria, mãe de Jesus. “Agora este filme é somente sobre o filho de Deus, e o diabo não terá mais espaço na tela”, diz.

A minissérie A Bíblia se tornou um grande sucesso na audiência internacional. Nos Estados Unidos, o programa alcançou mais de 100 milhões de espectadores ao longo de seus dez episódios. No Brasil, a série foi exibida pela TV Record, que conquistou a vice-liderança na faixa das 21h30, às quartas-feiras. De carona no sucesso, o filme Son Of God compilou em duas horas as cenas focadas apenas em Jesus. O longa-metragem estreia nos cinemas americanos em 28 de fevereiro. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Fonte: Boa Informação
Filme baseado no relato Bíblico do Livro de Gênesis sobre a vida de Noé protagonizado pelo ator Russel Crowe, “Noah” tem o seu trailer oficial lançado por seu produtores. Antes do lançamento oficial do trailer teve uma prévia que vazou na internet e provocou alguns comentário sobre o roteiro. -Clique, assista e comente…

Contará a história de Noé, um personagem bíblico bastante conhecido no meio cristão, pois a vida de Noé esta relacionada ao dilúvio,episódio este que causou a destruição do mundo através de uma grande inundação e apena Noé, sua família e os animais que estavam na Arca sobreviveram.
Segundo o diretor Darren Aronofsy, conhecido no meio cinematográfico pelos toques sombrios as suas obras, “Noah”(Noé) será retratado por um prisma diferente, dai a polêmica em torno da película, pois muitos acham que algumas cenas não estão de acordo com os relatos da Bíblia.

O roteiro do filme mostrará um mundo dominado pelo pecado, o qual Noé recebe a missão dada por Deus de construir uma arca para salvar toda a criação da grande destruição através de um dilúvio. No tempo que Noé leva para concluir a construção da Arca, um grupo de pessoas tenta tomar a Arca sob o argumento de salvar a raça humana e, ao mesmo tempo, luta para cooptar para o seu lado Ham (Logan Lerman), o primogênito de Noé.

O elenco do filme contará com Emma Watson (Harry Potter) viverá Ila, garota que se relaciona com um dos filhos de Noé, Shem(interpretado por Douglas Booth). Winstone será o líder do grupo, Madison Davenport faz a esposa se Ham, Jennifer Connelly será Naame e Anthony Hopkins viverá Matusalém, o homem mais velho do mundo. Kevin Durand (Cosmópolis, Lost) será um dos gigantes de ajudam Noé e a sua família, Dakota Goyo (Gigantes de Aço) fará a versão jovem de Noé. Os islandeses Jóhannes Haukur Jóhannessone Arnar Dan interpretam Caim e Abel. Mark Margolis (o “tio” de Breaking Bad) será Samyaza, um anjocaído. Marton Csokas (Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros, A Supremacia Bourne) também está no elenco.

Fonte: Infor Gospel
Curta metragem já alcançou grande público na web e estimula discussão contra o preconceito e a homofobia
O filme “Pílula Cura Gay” está ganhando grande repercussão na mídia e gerando muitas discussões. Após uma quinzena do seu lançamento na web o filme tem estimulado a sociedade, independente de classe social ou opção sexual, a refletir a cerca do tema proposto pelo curta, que é o preconceito e a homofobia. A película já foi visto por parlamentares da Câmara dos Deputados e tem causado curiosidade e despertado interesse.  
O sucesso do filme, segundo o cineasta Moysés Faria, ocorre também por ser um produto novo produzido exclusivamente para Web, com objetivo de levar aos conectados e nativos da Internet, informação audiovisual capaz de ajudar na discussão de um tema complexo, polêmico, atual e que já está na boca do povo. “Tomei a decisão de filmar o “Pílula Cura Gay” para veicular na Web por entender que a Internet é sem dúvida um novo caminho para os produtores e consumidores de cultura. A visibilidade que a Web proporciona vai além das salas de cinema e das ondas eletromagnéticas da televisão aberta", explicou o diretor Moysés Faria.
E recente entrevista para a rádio CBN, Moysés Faria faz questão de ressaltar que o filme não julga os parlamentares que tratam de assuntos relacionados à orientação sexual, como já saiu na imprensa recentemente.
“O filme faz uma crítica obre as atitudes preconceituosas da sociedade no geral, que precisa rever as suas prática e refletir sobre a maneira de agir e pensar com o semelhante”, pontuo o cineasta.
A película está disponível na Fan Page da SBAC-TV, no seguinte endereço eletrônico: https://www.facebook.com/sbactv . Curta a pagina, assista o filme e dê a sua opinião sobre o tema preconceito e homofobia. 
O filme “A inocência dos muçulmanos” ofensivo a religião muçulmana deixou 30 pessoas mortas nos protestos. Na época foi julgado a revelia e condenado a morte o pastor Terry Jones por divulgar e mais 7 que participaram das filmagens. Sentença foi confirmada hoje 29/01/13 por Tribunal do Cairo. - Confira e comente…

Um tribunal do Cairo confirmou nesta terça-feira (29) a sentença de pena de morte à revelia de sete cristãos coptas do Egito por sua participação em um filme islamofóbico, e reduziu a pena do pastor americano Terry Jones, que protagonizou atos polêmicos como a queima de um Corão.

Processados por blasfêmia, os cristãos egípcios que participaram no filme que incendiou o mundo muçulmano em setembro passado se encontram nos Estados Unidos.

Apesar de Terry Jones também ter sido condenado à pena de morte no dia 28 de novembro, o pastor de uma congregação da Flórida teve sua pena reduzida a cinco anos de prisão.

Os tribunais egípcios normalmente condenam à pena máxima casos onde se comprova a blasfêmia e, em seguida, transferem o caso ao mufti (líder islâmico supremo), que dá sua aprovação.

A sentença contra os sete coptas e o pastor americano ocorre após a aprovação religiosa.

Se os acusados regressarem ao Egito, poderão se beneficiar de um novo processo.

O filme “A inocência dos muçulmanos” (pode ser assistido no You Tube), dirigido e produzido por Sam Bacile, um corretor imobiliário israelense-americano, representou Maomé de forma caricata e ofendeu os muçulmanos, desencadeando uma onda de protestos antiamericanos que causou mais de 30 mortos.

Fonte: Infor Gospel
Os estúdios de Hollywood gastam milhares de milhões de dólares por ano à procura de novas formas de divulgação das suas produções. A táctica chega a envolver pastores e salas perto de igrejas. «Temos de provocar as pessoas», diz R.R. Soares.

Mas a primeira longa-metragem da Graça Filmes, braço do império evangélico do missionário da Igreja da Graça de Deus R.R. Soares - que possui a Graça Editoral e Graça Music -, inventou uma nova ferramenta de marketing: a oração.

O drama «Três Histórias, Um Destino», baseado no livro homónimo de Soares, estreou na semana passada apoiado por uma campanha chamada «1 + 2 = 150 mil vidas», que pedia a cada fiel que chamasse dois amigos não cristãos para «levar a mensagem de salvação». 
Em três dias e em apenas 52 salas, o filme rendeu 200 mil euros, tendo sido orçado em 770 mil euros.

A média de espectadores no fim-de-semana de estreia foi de 1.070 pessoas por sala, batendo até os números do campeão de bilheteira «007 - Operação Skyfall», que teve uma média de ocupação de 861 pessoas nas 366 salas em que está em cartaz.

A estratégia é similar à adoptada por produções de cunho religioso, como a católica «A Paixão de Cristo» (2004) e a espírita «Nosso Lar» (2010). Ambas apelaram para a fé e foram divulgadas em igrejas e templos.

Mas nenhuma foi tão explícita na convocação de seguidores a ponto de estampar frases como «chegou a nossa vez!» e «vamos ter impacto na nação».

A acção vai além. Quem quiser participar precisa de orar «pelos dirigentes de cinemas do país, para que as portas sejam abertas».

«Os distribuidores não queriam o filme», explica à Folha R.R. Soares. «Diziam que não ia levar ninguém às salas por ser evangélico. Agora, já começaram a telefonar a pedir para ter a longa-metragem.»

Mais inflamadas, outras rezas incluídas no esforço de divulgação clamam «ao Pai por uma mudança cultural na nossa nação» e pedem «perdão ao Senhor por toda a iniquidade propagada através do cinema até hoje».

«Acho que isso foi mal colocado. Estamos a referir-nos à imoralidade e às mensagens que não edificam», justifica Ygor Siqueira, director da Graça Filmes. «Há uma visão de que o cristão não vai ao cinema, mas não é verdade.»

Por temer preconceitos, a produtora tomou duas decisões. A primeira foi a de não pedir recursos em leis de incentivo. «O poder público ainda discrimina muito os evangélicos», avalia Soares.

A segunda foi levar o projecto para os EUA, onde a Uptone Pictures virou co-produtora. O filme foi rodado na Carolina do Norte - no «cinturão bíblico», dominado por protestantes. «Pensamos em atingir o mercado mundial, e eles [os americanos] têm a distribuição mais aceite no mundo», explica Siqueira.

A produção contratou actores americanos desconhecidos e um realizador de primeira viagem (Robert C. Treveiler).

O filme é cinematograficamente amador e descaradamente catequizador.

As três histórias de redenção (um pastor ganancioso, um casal a sofrer com uma tragédia e um menino que cai na marginalidade) receberam uma dobragem grosseira no Brasil e são vividas por pessoas de feições uniformes - não há negros no elenco principal.

«Não foi intencional», diz Michael Davis, da Uptone, brasileiro radicado nos EUA há 20 anos. «Os actores encaixaram tão bem nos papéis que tínhamos a certeza de que o público se identificaria.»

Fonte: Diário Digital
Em cartaz em 558 cinemas do país, "007 - Operação Skyfall" , campeão da semana passada, permaneceu líder isolado nas bilheterias brasileiras no último final de semana, com público de mais de 500 mil espectadores. Quem chamou a atenção, no entanto, não foi James Bond, e sim uma estreia bem menor. Baseado no livro homônimo do pastor evangélico R.R. Soares, "Três Histórias, Um Destino" estreou no feriado de Finados em apenas 51 cinemas, mas teve a melhor média de público do circuito: 1075 espectadores por sala, superior à de "Skyfall" (898 espectadores).

Isso porque "Três Histórias" é alvo de uma campanha, batizada de "1 + 2 = 150 mil vidas!", que estimula os fiéis da Igreja Internacional da Graça de Deus, comandada por Soares, e outras igrejas evangélicas a levarem amigos e parentes para assistirem ao filme. O objetivo, segundo o site oficial, é "transmitir a mensagem de Cristo".
A distribuição, apenas com cópias dubladas, está a cargo da Graça Filmes, braço cinematográfico do conglomerado gospel do religioso, que ainda engloba a Graça Editorial e a Graça Music.

Em seus três primeiros dias em cartaz, "Três Histórias, Um Destino" foi assistido por 54 mil pessoas e arrecadou R$ 530 mil.

Estreia na direção do ator B norte-americano Robert C. Treveiler, o longa-metragem foi rodado nos Estados Unidos, em inglês, com elenco desconhecido. A trama, livremente inspirada no livro, reúne um pastor que se corrompe, um jovem casal que passa por dificuldades e um garoto que dá início a uma vida no crime. Com o título original de "Destiny Road", a exibição nos EUA está prevista para 2013.

Cinema nacional em alta

O final de semana foi bom para o cinema brasileiro. Em sua segunda semana em cartaz, "Gonzaga - De Pai pra Filho" subiu 17% e ficou no segundo lugar do pódio. A cinebiografia do rei do baião, dirigida por Breno Silveira , foi vista por 575 mil espectadores em 10 dias em cartaz.

Na terceira posição, a comédia "Até que a Sorte nos Separe" , que estreou há mais de um mês, também teve alta (20%) e está muito perto de atingir público de 2,5 milhões de pessoas. Até agora, o filme estrelado por Leandro Hassim e Danielle Winits arrecadou R$ 25 milhões nas bilheterias.

Novidades da semana, o terror "Possessão" (152 mil espectadores) e a animação "Frankenweenie" (118 mil) ficaram em quarto e sexto lugar do ranking nacional. Liderado por um elenco masculino "descamisado", "Magic Mike" aparece na 10ª posição (43 mil pessoas), atrás de "Três Histórias, Um Destino".

Fonte: Paraíba.com.br
Após Hollywood focar em adaptações de HQs, contos de fadas e histórias paranormais, a nova onda é adaptar épicos bíblicos. Após “Noah”, de Darren Aronofsky; um filme sobre Caim e Abel com direção de Will Smith; e o controverso “Jesus of Nazareth” de Paul Verhoeven, um novidade aparece. O novo projeto que se enquadra nessa categoria é “Pôncio Pilatos“, o relato de um dos vilões mais famosos de todos os tempos. Na Bíblia, Pilatos preside o julgamento de Jesus Cristo. Embora relute, Pilatos condena Jesus à morte na cruz sob pressão de líderes judeus e uma multidão incontrolável. A Warner acaba de adquirir o script escrito pela roteirista brasileira Vera Blasi (“Sabor da Paixão“).

Este roteiro segue a evolução de Lúcio Pôncio Pilatos, do filho sensível de um cavaleiro romano a um soldado guerreiro cujas façanhas fazem dele um general e coloca-o na trilha política do imperador Tibério Cláudio Nero César. Prometido como governador militar no Egito, em vez disso Pilatos é atribuído por Tibério para se tornar o prefeito da Judéia, em uma época em que Jerusalém era um caldeirão de tensões religiosas entre várias facções da fé judaica.

De acordo com o Deadline, o roteiro Blasi é uma mescla de “Coração Valente” e “Gladiador“. A escritora brasileira passou cerca de uma década pesquisando sobre Pilatos e os acontecimentos históricos que o cercam e estima que seu roteiro final é de cerca de 80% fato e 20% “licença dramática“.

Em vez de um filme para a frente bíblica, roteiro Blasi parece um episódio de Twilight Zone nos tempos da bíblicos. Nele é mostrada a arrogância e incapacidade do personagem em compreender a devoção dos cidadãos. O seu ódio pelo povo comum e seus deuses pagãos o levam a tomar decisões catastróficas. Tudo isso o coloca em uma situação desesperada e na necessidade de aprovação iminente do público quando ele é convidado a decidir o destino de um rabino de 33 anos acusado pelos anciãos religiosos de reivindicar o trono dos judeus. Ao longo do caminho, tais imperadores romanos, incluindo Calígula e Tibério e novas figuras do Antigo Testamento como João Batista, Salomé e Maria Madalena são vistos em um conto que culmina com a decisão fatídica de Pilatos ao permitir que Jesus Cristo seja crucificado.

A Warner Bros está ansiosa para acelerar o projeto. Mark Johnson (produtor executivo de “Breaking Bad“) e Lynn Harris (“Fúria De Titãs“) estão definidos para produzir, e já estão procurando um diretor para esse filme de grande orçamento. Este não é o único projeto da Warner baseado na Bíblia. O estúdio também vai adaptar a história de Moisés (Gods and Kings) e o livro Seth Grahame-Smith, “Unholy Night”. Nele, o nascimento de Jesus é recontado como uma trama de fuga. Os três reis magos são, na verdade, três ladrões fugitivos que, no caminho, acabam ajudando Maria e o bebê Jesus a escapar para o Egito. No caminho eles encaram monstros de proporções bíblicas e figuras como Pôncio Pilatos.

Fonte: Cinema com Rapadura
Com a finalidade de propagar o evangelho de Jesus Cristo transformando vidas através do audiovisual, no próximo dia 29 de agosto, a produtora “Chamaviva Filmes”, lançará no Museu da Gente Sergipana, o primeiro filme evangélico de Sergipe “Caminho do Tempo”. O filme irá retratar a realidade de muitos cristãos visando o propósito de Deus para suas vidas. A média metragem foi escrita e dirigida pelo estudante de Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Marcos Melo, tendo como produtor de núcleo William Vanderlei.

Segundo Marcos Melo o filme contará a história de Dalton ( interpretado pelo ator Athos Amor) um jovem que leva a vida achando que não necessita de Deus, tendo como irmã Dalila ( Rosallie Farias) uma jovem que acredita ser um exemplo de cristã, mas que não segue os ensinamentos dados pelos seus pais Magno e Fátima ( Carlos Gois e Eva Vicente), os quais, passam a maioria do seu tempo consagrando a vida de seus filhos através da oração.

“O tempo mostrará a esta família que existem dois caminhos a seguir, e eles precisarão decidir qual desses irão trilhar. Caminho do tempo levará a todos a analisarem suas vidas espirituais entendendo assim o chamado de Deus e a imensidão do seu poder”, afirma Marcos Melo.

O diretor destaca ainda que o filme também tem a missão de abrir os olhos de muitas igrejas para a importância do audiovisual como ferramenta evangelística. “Se as igrejas investirem nesse segmento, creio que esse instrumento de evangelização contribuirá também com a obra missionária, levando assim a palavra de Deus para aqueles que desejam ouvir uma palavra de esperança e salvação”, diz.

Caminho do Tempo até você

Marcos Melo revela que para as igrejas que desejarem convidar sua equipe para promover uma exibição do filme poderá entrar em contanto através do email chamavivafilmes@gmail.com agendando assim cada sessão. “Nosso desejo é que muitos jovens possam ser alcançados através deste projeto. Sem contar para aquelas pessoas que estiverem interessadas em assistir o filme no dia 29 deste mês, haverá sorteios de convites na página oficial do filme na página do facebook, cita o diretor, destacando que além dos convites, alguns DVDs estarão à venda na livraria Planeta Gospel como também na estréia do filme.


Fonte: Assessoria de Comunicação/Infonet

A história de Sam Childers (que é interpretado por Gerard Butler- foto), que deixou o mundo das drogas e abraçou uma cruzada para resgatar crianças das mãos de líderes guerrilheiros nas zonas de guerra mais perigosas da África. Dai o nome “pastor metralhadora, como ficou conhecido.
As primeiras cenas de “Redenção” são bem fortes. Mostram um massacre em um povoado na África, com muitos gritos, mortes etristeza. Já nos EUA, um bandido viciado em bebidas e drogas vive em meio a prisões e ao desalento cada vez maior de sua família.


Sob o título de humor, longa mostra pastores sendo desonestos e crentes manipulados facilmente
Desde 2004, Evandro e Cibele começaram a trabalhar no roteiro, que a princípio seria um curta-metragem. Porém, sendo uma produção cara, a diretora optou por transformá-lo em um longa.
O filme “Um assalto de fé”, de Cibele Amaral, deve estrear em circuito comercial no dia 2 de dezembro. Trata-se de uma comédia com elementos de ação cuja matéria-prima principal é a ganância. O roteiro do filme é baseado no conto “Trabalho do Galinha Preta”, de Evandro Vieira, que foi premiado por um concurso literário do SESC e faz parte do livro “Grosseria Refinada”.
Primeiro filme produzido pela AD terá lançamento no dia 23 de novembro, com um tema voltado para os jovens em idade universitária que em muitos casos tem formação Cristã/Evangélica, mas acaba cedendo as tentações do mundo.
Uma pesquisa norte-americana mostrou que 58% dos jovens cristãos nos Estados Unidos se afastaram da Igreja ao ingressar na Universidade. A pesquisa, também realizada no Brasil, apontou o mesmo e preocupante índice.
Com o resultado da pesquisa em mãos, o jovem Luaran Lins, da Assembleia de Deus em Imperatriz (MA), liderada pelo pastor Raul Cavalcante, passou a pedir a Deus um projeto que pudesse, de alguma forma, ajudar estes jovens a voltarem ao primeiro amor e despertá-los para uma vida de santificação e renúncia.
Nicole ainda terá muito tempo para decorar suas falas, já que o filme não deve ser lançado antes de 2014. Mas os produtores pretendem montar um show ao vivo, onde a ex-namorada de Hamilton cantaria algumas canções do filme.
E ex-Pussycat Doll, Nicole Scherzinger, irá interpretar Maria Madalena no remake do filme 'Jesus Cristo Superstar'. De acordo com o tablóide The Sun, a cantora tem conversado secretamente com Andrew Lloyd Webber, autor do famoso musical, durante os últimos 6 meses.
Atriz de "Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios" tem sido o destaque dos grandes festivais de cinema brasileiros Homenageada no Festival do Recife, Camila Pitanga já havia dito, no Cine PE, que adoraria ser artista exclusiva da Drama, a produtora dos filmes de Beto Brant. Na época, ela já havia filmado Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios. O filme adaptado do livro de Marçal Aquino integrou a Première Brasil, no Festival do Rio. Camila recebeu o Redentor de melhor atriz. Ela não renega, claro que não, os papéis na TV, mas reafirma que Eu Receberia as Piores Notícias tem um significado todo especial.
Em 2006 um documentário intitulado “Jesus Camp” produzido nos EUA causou muita indignação no meio cristão na época, mas a protagonista deste episódio vai lançar um livro explicando os detalhes da gravação, como também tirar algumas dúvidas que ficaram. Assista o trailer do documentário e comente o post…
O filme, segundo seu material promocional, “acompanha um grupo de crianças americanas ao acampamento ‘Kid on Fire Summer Camp’ onde garotas e garotos são ensinados a se tornar dedicados soldados cristãos no exército de Deus e são discipulados sobre como resgatar a América para Cristo. O filme é o primeiro retrato de um campo de trabalho intensivo onde jovens convertidos são recrutados para se tornarem parte ativa do futuro dos Estados Unidos.

O último grande sucesso de público de um filme com temática cristã foi “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson sete anos atrás. Desde então Hollywood não produziu mais nada claramente religioso que tenha atraído multidões ao cinema. Nem mesmo as adaptações de As Crônicas de Nárnia são considerados filmes cristãos pela maioria dos fiéis, por conta das alterações que a produtora Disney fez no roteiro.
Mas nesta Páscoa isso poderá mudar. Desde 2008 a produtora de filmes Eternal Pictures vem preparando um longa de animação infantil com mensagem explicitamente cristã. The Lion of Judah [O Leão de Judá] será lançado em breve como o primeiro filme cristão em 3D da história. Não por acaso, tem sido chamado de “A Paixão de Cristo para crianças”.