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Justiça nega indenização pedida pelos fiéis. Eles criticam lei que instituiu a padroeira de Ceilândia. Quatro evangélicos moradores de Ceilândia brigam na Justiça para tentar embolsar R$ 2 milhões do Governo do Distrito Federal.

Eles questionam uma lei distrital que instituiu Nossa Senhora da Glória como padroeira da cidade, alegam que foram discriminados e pedem indenização de R$ 500 mil para cada um por danos morais. Na última quarta-feira, o juiz Antônio Fernandes da Luz, da 1ª Vara de Fazenda Pública do DF, negou o pedido e condenou o grupo a pagar R$ 8 mil pelos custos do processo.

Mas ainda cabe recurso da decisão e os evangélicos prometem recorrer até a última instância para serem indenizados. O grupo de evangélicos é formado por Eurípedes José de Farias, Ivo Dionísio da Cruz, Francisco de Assis Monteiro da Silva e José Vieira da Silva. Advogado, Farias representa os colegas na ação. Ele também é presidente do Partido Progressista Cristão (PPC) e autor de outras ações semelhantes.
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Eginoaldo

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