Promotor público alega que ‘policial usou vários métodos para evitar ser descoberto’.

Autoridades de Nova Iorque iniciaram medidas judiciais contra agente policial que no passado dirigia uma organização policial gay, alegando que ele espreitava o filho adotivo de um parente e forçou o menino a ter sexo com ele.

Jaime Katz, policial veterano agora designado para a Academia de Polícia, “desenvolveu um relacionamento… e com o tempo preparou o menino para sexo e atos relacionados com sexo”, disse o promotor público John Temple, de acordo com o jornal New York Post.

Katz, preso sob uma fiança de 500.000 dólares, declarou-se inocente.

Mas Temple disse que a vítima era órfã e os parentes de Katz adotaram esse menino e um irmão mais velho. Os promotores públicos alegam que o abuso começou quando o menino tinha 11 anos e continuou até a idade dos 13.

Temple alegou que Katz pagava as contas da família adotiva da vítima e saía de férias com eles, declararam os jornais.

Para evitar ser descoberto, o policial usava “vários métodos”, inclusive o uso de múltiplos celulares, conforme acusação dos promotores nos jornais.

As acusações contra Katz, 37, incluem ato sexual e colocar em perigo o bem-estar de uma criança, declarou o relatório.

Katz no passado era diretor da “Liga de Ação de Policiais Gays” e dirigia a organização em paradas do orgulho gay.

“Sou gay, muito gay”, Katz disse depois de uma parada de 2002 ao jornal.

Fonte: www.juliosevero.com
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Eginoaldo

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