Participação dos jovens contribui para o crescimento da igreja

 Número de cristãos passa de 3 para 130 mi na China

A Igreja na China experimenta um crescimento como nunca visto antes, é o que afirma o Conselho Mundial de Igrejas (CMI). Ao contrário do que muitos pensavam, não são apenas pobres que frequentam as igrejas, mas pessoas ricas também estão abraçando o cristianismo. Beijing e Shanghai são a prova.

Hoje, há mais liberdade do que no início da década. De acordo com o CMI a situação melhorou, tanto que o governo começa ser a favor de que as pessoas tenham uma religião. "Visitei a China há 15 anos e estou espantado ao ver o crescimento. Os locais de culto estão transbordando", disse George Chunakara, diretor de Assuntos Internacionais do CMI.

No início da década de 70, havia cerca de 3 milhões de cristãos na China. Agora, o número pode passar dos 130 milhões. No entanto, o governo continua a manter um olhar atento sobre as atividades dos funcionários e ainda mantém perseguições esporádicas contra os cristãos pertencentes a igrejas não-oficiais.

O que chama atenção é que o crescimento da igreja não é algo isolado, apenas na China. Em muitos países asiáticos a igreja está se expandindo. Parte desse crescimento se deve a participação dos jovens. "Embora o cristianismo está morrendo no Ocidente, Deus está trazendo um despertar espiritual em países do terceiro mundo como Índia e China", conclui George Chunakara.

Conselho Mundial de Igrejas

O CMI reúne 349 igrejas em mais de 110 países, representando mais de 560 milhões de cristãos. Na maioria igrejas batistas, luteranas, metodistas e Igrejas Reformadas, como assim como muitas igrejas independente. Hoje, a maioria das igrejas-membro está na África, Ásia, Caribe, América Latina, Oriente Médio e no Pacífico.


Fonte: Christian Today / Redação CPAD News

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Eginoaldo

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